Notícias da Cachaça
se beber não dirija!

Uma das sete maravilhas da coquetelaria
A receita é simples: cachaça, limão amassado, açúcar e muito gelo, e está pronta uma das bebidas brasileiras mais conhecidas no mundo: a caipirinha. Reconhecida pelo seu sabor e qualidade, foi considerada uma das “sete maravilhas da coquetelaria internacional” pela Associação Internacional de Barmen, em 1998, e a “bebida mais quente do século”, pela revista americana In Style.
O sucesso da caipirinha é tão grande que em 2003 foi criado o Decreto nº 4.851, parágrafo 4, que diz: “Caipirinha é a bebida típica brasileira, com graduação alcoólica de quinze a trinta e seis por cento em volume, a vinte graus celsius, obtida exclusivamente com cachaça, acrescida de limão e açúcar” . A legislação tem o objetivo de registrar a nacionalidade desta bebida que já ganhou o mundo, mas continua sendo a cara do Brasil.
A versão original recebeu toques de criatividade e, hoje, a clássica caipirinha ganha sabor diferente com a utilização de outras frutas, como o morango e o maracujá, no lugar do limão. Em alguns casos, a também brasileiríssima cachaça sai de cena e dá lugar a vodca, rum e saquê.
Tradicional ou repaginada, a bebida é super refrescante e tem tudo a ver com o verão, dias de sol, calor, céu azul, praia, piscina, férias e festas. Ideal para ser saboreada em qualquer situação, seja sozinho ou com a turma de amigos. Com o objetivo de valorizar ainda mais este drink nacional, a Brinox possui produtos que facilitam o seu preparo. Confira alguns deles:
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R$69,90
Fotos por Magrão Scalco

Caipirinha olímpica
Patriota e fiel a sua origem, a Cachaça Leblon está divulgando no mundo inteiro uma nova receita de caipirinha com as cores da bandeira do Brasil, com o intuito de celebrar a vitória do Rio de Janeiro na disputa pela sede das Olimpíadas de 2016. A Lemon Lime Caipirinha and Blue Caipirinha destaca-se por sua composição em verde e amarelo, proporcionada pela mistura de Cachaça Leblon, lima, limão, blueberries e açúcar. Criou também caipirinhas para homenagear as cidades que perderam a competição.
Para Madri, a paixão dos espanhóis por futebol tornou-se fonte de inspiração. Por este motivo, a caipirinha leva o nome de Rei Carlos, em alusão ao jogador brasileiro Roberto Carlos que jogou no Real Madrid. O drink mistura Cachaça Leblon, xarope, melancia em pedaços e um toque de Chili.
Chicago é presenteada com a Caipirinha Consolo, que leva Cachaça Leblon, xarope de mel, lima e blackberries. Já Tóquio é brindada com a Caipirinha Asiática, preparada com Cachaça Leblon, saquê, lichia, chilli de baunilha e espumante. Confira a caipirinha que comemora a vitória do Rio de Janeiro, sede das Olimpíadas de 2016:
Lemon Lime and Blue Caipirinha
Ingredientes:
2 doses de Leblon
3 rodelas de lima
3 rodelas de limão
6 blueberries
2 colheres de açúcar
gelo

Modo de Preparo:
Corte a lima em 8 pedaços. Faça o mesmo com o limão. Despeje as frutas na coqueteleira e adicione o açúcar. Macere bem a fruta na coqueteleira por 10 a 15 segundos até conseguir extrair seu suco. Adicione Leblon. Encha o copo de gelo até o topo. Enfeite com pedaçinhos de casca de limão, lima e blueberry.

Assim como os russos não abrem mão da descoberta da vodka, os brasileiros têm orgulho de sua produção de cachaças. E neste quesito, o país tropical comemora a produção de uma sofisticada opção: a Cachaça Leblon. Destilada em alambiques de cobre, em lotes especiais, a fabricação da bebida conta com a supervisão do master distiller francês Gilles Merlet. A cachaça descansa em barricas de cognac por seis meses, período em que adquire seu aroma leve e frutado, além da complexidade e suavidade. Produzida na Maison Leblon, a destilaria da marca em Patos de Minas - Minas Gerais, Leblon inspira as criações de reconhecidos barchefs (designers de coquetéis) no mundo todo. A marca foi eleita durante quatro vezes consecutivas como a “Top Cachaça do Mundo” no concurso de destilados de São Francisco e recebeu o prêmio “Best of Class 2007” na London Rum Experience.

www.cachacaleblon.com.br
 

Bambu e limão
Verão é tempo de sol, comida saudável como saladas e muita caipirinha gelada.


Para preparar a casa, a Welf, linha ecológica de bambu, sugere utensílios que serão muito úteis.

A travessa e colheres em bambu com porta temperos Roma (5 peças – 5 L – 170 ml) comporta uma saborosa salada. Já o Kit para caipirinha em bambu Ibiza (6 peças – porta copo, tábua, copo, faca, amassador e colher - 0,350L) é ideal para preparar a bebida num churrasco ou mesmo numa reunião de amigos. A temperatura do gelo está garantida no Balde para gelo em bambu Mônaco (1,65 L).

Welf/ Só Marcas
Alameda Arapoema, 208 – Tamboré - São Paulo
Tel.: (11) 3670.1367
www.welf.com.br

Pelo mundo
Depois de Luanda na Áfriaca, a Sagatiba chegou ao mercado argentino com dois eventos de lançamento no Sofitel Buenos Aires, hotel localizado na Recoleta, bairro elegante de Buenos Aires.
A primeira comemoração foi para donos de bares, representantes de importantes redes de supermercado e para imprensa argentina. Depois no “Sagatiba's Master Class”, um encontro exclusivo de John Gakuru, embaixador global da marca, com bartenders locais. Foram apresentadas as três versões:
Sagatiba Pura, Sagatiba Velha e Sagatiba Preciosa.




Turismo e Cachaça
O Grupo Ypióca oferece um interessante roteiro para turistas no Ceará, o Y-Park– Complexo Turístico Ypióca, localizado na zona metropolitana da capital, ao pé da Serra de Maranguape, a apenas 30 quilômetros de Fortaleza. A principal e mais conhecida atração do complexo é o tradicional Museu da Cachaça, em funcionamento desde 2000.
A partir da experiência com o museu, a empresa decidiu ampliar o conceito de diversão para toda a família e criou o complexo turístico que integra cultura, lazer, esportes ao ar livre e aventura.
Entre as atrações, está o maior tonel de madeira do mundo, com capacidade para 374 mil litros, registrado no Guinness Book – o segundo maior está na Alemanha, com capacidade para 234 mil litros. A concepção do museu é assinada pela museóloga Margarita Hernandez, responsável pela pesquisa histórica, e pelo museógrafo André Scarlazzari, que aplicou com primor os recursos cenográficos e audiovisuais de última geração utilizados em toda a ambientação.
Além do Museu da Cachaça, o parque abriga o Campo de Aventura, além de dispor aos seus visitantes opções de lazer como passeio de charrete, jardineira e pedalinho no lago. É comodidade para os adeptos do turismo ecológico e de esportes de aventura, assim como elevar a consciência de preservação ambiental e de qualidade de vida.

Museu da Cachaça
O casarão erguido pelo patriarca Dário Telles de Menezes, entre 1851 e 1854, atualmente abriga o Museu da Cachaça. No passado, a propriedade sediou a primeira unidade industrial da Ypióca e atualmente reúne um completo acervo de mapas, documentos, fotos e filmes, maquinário, garrafas, equipamentos agrícolas e tonéis de bálsamo. O museu recebe cerca de 10 mil visitantes por mês e é reconhecido como uma das principais atrações do turismo em Fortaleza. “A decisão de criar o Museu da cachaça é uma forma de resgatar a própria história da Ypióca, iniciada em 1846, e que se confunde com a trajetória da aguardente no Brasil”, afirma o presidente da empresa, Everardo Telles.
A história da família Telles começa a ser contada a partir da chegada de Dário Telles de Menezes a Fortaleza, em 1843. Vindo de Lisboa, Portugal, Dário trouxe em sua bagagem um pequeno alambique de cerâmica e a experiência na fabricação de aguardente. Cada geração da família ganhou espaço em murais e galerias.
O espaço é composto por ambientes que reconstituem situações de época com movimentos acionados por sensores. A cozinha do casarão foi preservada, com utensílios originais, como o fogão à lenha. Um canavial – localizado no centro do museu (com iluminação natural), faz a ligação entre a história contada em documentos, em maquetes e nos cenários. O museu faz homenagem aos escravos na saga da cana-de-açúcar com dois bonecos de resina em tamanho natural, encenando o trabalho na moenda e a produção artesanal da cachaça do século passado.
No salão dedicado à linha de produção, encontra-se a simulação de todo o processo de fabricação artesanal da cachaça, desde a moagem, passando pela fermentação, destilação, envasamento e aplicação de rótulos. Em seguida, o visitante faz um passeio por cerca de 40 metros entre tonéis de madeira de bálsamo, com até quatro metros de altura, que armazenam cachaça envelhecida por um período de até 42 anos. Neste percurso é possível sentir o aroma da bebida.
A próxima atração é um tonel de cinco metros de altura, que funciona como passagem para o bar temático. Dentro dele, o visitante pode assistir a vários comerciais dos produtos Ypióca para a televisão. Antes de sair do museu, encontram-se o bar, com mobiliário e música ambiente da década de 30, clima ideal para a degustação de bebidas fabricadas pela Ypíóca. Na loja, o visitante pode adquirir vários produtos, a exemplo da Ypióca 160, a primeira cachaça adicionada de malte no mundo.

Campo de Aventura
O espaço para prática de esportes de aventura ocupa 100 mil m² e tem capacidade para atender mais de 1.500 pessoas. Lá o visitante encontra opções de atividades ao ar livre adequadas para todas as idades como passeios de caiaque, trilhas ecológicas, arvoreço e tirolesa. O Campo de Aventura conta com infra-estrutura completa de segurança, composta por monitores, guias, salva-vidas e equipe de primeiros socorros, tudo dentro dos rigorosos padrões que garantem a comodidade dos visitantes.
A grande atração fica por conta da tirolesa de 260 metros sobre um açude natural de águas calmas. “Construímos a segunda maior tirolesa da região Nordeste. Por isso, investimos em equipamentos modernos e seguros, além de uma equipe muito bem treinada” afirma Paulo Campos. Além disso, os equipamentos são devidamente aferidos e previamente testados, em conformidade com os padrões utilizados em operações de escala e técnicas verticais. O brinquedo pode ser utilizado por pessoas a partir de 12 anos.
O Campo de Aventura conta ainda com um circuito de arvoreço, com 50 metros de extensão e três níveis de dificuldade, que oferece aventura e emoção para jovens e adultos. “O Campo de Aventura deverá ganhar, em breve, novas atrações, como o rapel e o muro de escalada, com graus de dificuldade para adultos e crianças”, adianta o diretor de planejamento do Grupo Ypióca.
O visitante pode optar por diferentes níveis de trilhas, do básico ao avançado, e passear por uma área privilegiada cercada de vegetação serrana. A mata local abriga grande biodiversidade, segundo levantamento realizado pelo biólogo Luiz Gonzaga Sales, professor de Ornitologia e Ecologia do Semi-Árido da Universidade Estadual do Ceará (Use). Durante o passeio é possível observar raposas, cassacos, preás, guaxinins, garças, socós, jaçanãs, tejus, sagüis, pebas, gaviões, graúnas e corrupiões, além das espécies vegetais ameaçadas de extinção como pau-branco, jurema, juazeiro, pau-d'arco, cedro, angico e maniçoba. No ambiente lacustre, há predomínio de vegetação aquática (água-pé), junco, taboa e calumbi.
A infra-estrutura física do Campo de Aventura é rústica. Localizada à beira do açude, a edificação é composta por banheiros, duchas e lanchonete tudo para garantir a comodidade dos visitantes que desejarem se banhar no açude, após a prática dos esportes e caminhadas pelas trilhas.

Passeios e gastronomia
Além do Museu da Cachaça e do empolgante Campo de Aventura, o visitante que procura tranqüilidade encontra atrações de gastronomia e lazer diversificados. Aos fins de semana e feriados, o restaurante do Y-Park oferece cardápio variado com pratos típicos, como baião de dois, paçoca e carneiro, feitos especialmente com o tempero do Ceará. A famosa tapioca e os doces de frutas regionais podem ser encontrados na bodega do Zé Leite, criada em homenagem ao idealizador do Museu da Cachaça. Sua decoração temática faz alusão às típicas vendas da região e levam nossa imaginação a um cenário da década de 20. Passeando pelas terras do antigo sítio Ypióca, que abriga o Y-Park, é possível assistir a uma demonstração do processo de fabricação da cachaça em alambique de cobre, seguida de degustação. Neste mesmo espaço, chamado Casa de Engenho, também são preparados o puxa-puxa, o alfenim (massa branca de açúcar). A mini-fazenda, com animais e filhotes, e a bilheteria em formato de tonel completam o cenário tranqüilo do Y-Park, ideal para passeios de charrete (da década de 30), jardineiras e pedalinhos no lago. e a rapadura atrai a curiosidade dos visitantes.

Informações - Tel. 55 3341-0407 // 55 3341-3452
www.ypioca.com.br
Fonte: Assessorias Fotos: Divulgação Data: Janeiro 2010