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Evento |
Até
28 de Junho

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"Redesenhando a Cidade Informal" no MCB destaca projetos para favelas de sete cidades da América Latina - Projetos de urbanização para favelas de sete cidades da América Latina, inclusive um no Parque Amélia (SP), selecionados por John Beardsley e Christian Werthmann, professores da Graduate School of Design da Universidade Harvard (EUA), estão na exposição Redesenhando a Cidade Informal, no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. São Paulo é a primeira metrópole do país a receber a mostra, que já passou por Boston e Buenos Aires e, em outubro, desembarca no Rio de Janeiro.
A intervenção no Parque Amélia, localizado na região da represa de Guarapiranga, zona sul de São Paulo, foi coordenada por Elisabete França, atualmente Superintendente de Habitação Popular da Secretaria Municipal de Habitação. O projeto de urbanização, que beneficiou um total de 736 famílias, é de autoria do arquiteto e urbanista João Walter Toscano. O local ganhou água encanada, esgoto, drenagem e pavimentação. Um dos destaques foi a construção de uma praça com espaço para a prática de esportes e a canalização de um córrego, com projeto dos arquitetos Marta Lagreca, Marcos Boldarini e Stetson Lareu. Os dois professores de Harvard escolheram as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil; Cidade do México e Tijuana, no México; Caracas, na Venezuela; Bogotá, na Colômbia; e Buenos Aires, na Argentina. O critério adotado foi selecionar projetos, executados ou não, que representem estratégias desenvolvidas na América Latina para melhorar as condições de moradia informal.
Redesenhando a Cidade Informal, que, em inglês adotou o nome de Dirty Work, compõe-se de grandes painéis, que contam a história de cada projeto até a nova realidade, por meio de croquis, fotos, mapas e textos.
Museu da Casa Brasileira – Av. Faria Lima, 2705, Jd. Paulistano - São Paulo/SP - terça a domingos, 10 às 18h - Ingresso R$ 4,00, Estudantes R$ 2,00 – Domingo sempre gratuito - Visitas monitoradas 11 3032-2564 - Tel 11 3032-3727 - www.mcb.sp.gov.br
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Até
12 de Julho

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Rico Lins: uma gráfica de fronteira - Com curadoria de Agnaldo Farias e participação do próprio artista e designer, Rico Lins: uma gráfica de fronteira apresenta obras originais e reproduções nas mais variadas mídias, formatos e tamanhos. São cartazes de cinema, teatro, capas de revistas e livros, sinalização, ilustração, identidade e comunicação visual de museus e projetos gráficos de uma maneira geral que apontam o vasto campo de trabalho de Rico Lins.
O designer carioca radicado em São Paulo, premiado e reconhecido internacionalmente, conhece bem a fronteira entre as artes gráficas e plásticas, ponto de partida para a concepção desta exposição, que já passou pela Caixa Cultural, no Rio de Janeiro, neste ano. Segundo o curador, esta exposição constrói um ambiente no qual o artista realiza uma espécie de instalação capaz de traduzir sua visão de mundo. Algo que só um designer gráfico é capaz de ter, encarnada em palavras e imagens, papéis e projeções.
Rico transita nos imprecisos limites entre arte e design e as variações de tamanho e formato que cada uma destas expressões permite. Mais do que a reprodutibilidade técnica, a alteração de proporções e formatos é característica exclusiva das artes gráficas industriais. Quando um selo vira cartaz ou um cartaz vira um selo, não é só o tamanho ou a função que se modificam, mas, sobretudo, sua relação com o espectador e o contexto, destaca o artista.
Entre mais de 100 trabalhos encontram-se capas de revistas como Time, Newsweek e Kultur Revolution; de livros, como a premiada coleção que publicou a coletânea Entre Nós organizada por Luiz Ruffato, e álbuns que vão de Miles Davis a Gilberto Gil; cartazes de filmes, como Labirinto de Paixões, de Pedro Almodovar, e uma de suas mais recentes produções, o cartaz criado para a Bienal de Ópera de Munique (Alemanha/2008), inédito no Brasil. A exposição conta ainda com projetos desenvolvidos para cinema e televisão, como a concepção gráfica do programa Você Decide e da série O Povo Brasileiro. Na abertura da exposição será lançado o catálogo do artista, com textos de Agnaldo Farias, Adélia Borges, Rafael Cardoso e uma entrevista de Rico a André Stolarski (144 páginas, R$35,00).
Instituto Tomie Ohtake - Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela R. Coropés), Pinheiros - São Paulo/SP - terça a domingo, das 11 às 20h - Tel 11 2245-1900
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Second Life
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Coleção MASP no Centro Cultural Bradesco - os visitantes da Ilha Bradesco, no Second Life, podem conhecer e apreciar pinturas do acervo do MASP, o mais valioso do hemisfério Sul. Sediada na Galeria do Centro Cultural Bradesco, a exposição apresenta obras de grandes mestres da pintura, entre eles, Paul Cézanne; Van Gogh; Monet; Gauguin; Degas; Renoir; Toulouse; Modigliani; Giovanni Bellini e José Ferraz de Almeida Júnior. A exibição comemora o aniversário de 60 anos do MASP. Construído sem tijolos, cimentos ou vidros, o Centro Cultural Bradesco oferece aos internautas acesso a eventos relacionados ao mundo das artes e entretenimento, meio-ambiente e economia e negócios.
Centro Cultural Bradesco -
Link: tinyurl.com/2ax7xe -
Para conferir a programação completa do Centro Cultural Bradesco, no Second Life, acesse o site: www.fl2.com.br/bradesco
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