Roteiro de Artes

Data
Evento


De 2 de Fevereiro
Até 28 de Abril

Exposição: Hirosuke Kitamura – Hidra

A 1500 Gallery abre a mostra Hidra, do nipobrasileiro Hirosuke Kitamura , também conhecido como Oske , trazendo 11 fotografias coloridas, incluindo um díptico e um tríptico, registradas em sua maioria em bordéis de Salvador, revelando uma sexualidade fantasmagórica. A exposição, com curadoria de Miguel Rio Branco, traz imagens que unem de maneira instigante o puramente físico ao sobrenatural. Curadoria: Miguel Rio Branco

Local: 1500 Gallery www.1500gallery.com
511 West 25th Street, #607  New York, NY, Tel.: +1.212.255.2010
Horário: terça a sábado, das 12h às 18h


04 de Fevereiro
Até 10 de Março


Hudnilson Jr.


Nino Cais

Hudnilson Jr. e Nino Cais: Colagens

A Galeria Jaqueline Martins apresenta a exposição “Hudnilson Jr. e Nino Cais: Colagens”, com cerca de 60 obras criadas a partir de recortes de jornais, livros, documentos pessoais, experiências e acúmulos agregados ao longo da vida dos artistas, seja pelo apego emocional ou carnal. A mostra, que fica em cartaz até 10/03/12, conta com texto crítico de Thais Rivitti.

As obras apresentadas por Hudnilson Jr. e Nino Cais compartilham o interesse pela colagem como procedimento artístico e exibem semelhanças relacionadas à imagem do corpo, à memória e à vida. Ambos artistas se interessam pela imagem massificada e pelo retrato, tal como é disposta em revistas, jornais, livros e qualquer outro tipo de material impresso.

Uma grande quantidade de imagens variantes de conotações fálicas e explicitamente homoeróticas estampa de forma inquietante as colagens apresentadas pelo artista paulistano Hudnilson Jr.. As colagens figuram garotos fortes, homens bonitos, fotografias de estátuas e todas as formas, tipos, cores e texturas de pênis, que encontram animais, deuses e divas. Hudnilson também exibe uma série de objetos – tipos de caixas que recebem colagens de uma veia surrealista, associações inesperadas entre objetos de procedência diferentes, mas que têm e comum um forte apelo sensual. As obras de Hudnilson utilizam-se do erotismo, do prazer e do êxtase para debater e criticar a moral e a política.

Nino extrai de revistas e catálogos, figuras nas quais a cabeça é substituída por objetos pontiagudos ou cotidianos, que muitas vezes reduz a figura a uma simples coluna de sustentação de tais objetos. As colagens de Nino transitam entre o bidimensional e o tridimensional. O artista também apresenta esculturas: duas cadeiras com pés de ferramentas, como pás e foices, que representam uma forma de sobrevivência. As obras de Nino parecem questionar as ações e relações do homem e do objeto no espaço.

Galeria Jaqueline Martins
Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 74, Pinheiros, tel. (11) 2628-1943.
Seg. a sex., 11h30/19h; sáb., 11h30/17h.
www.galeriajaquelinemartins.com
De 7 de Fevereiro
Até
21 de Abril







Exposição “Guerra e Paz

O Projeto Portinari realizará em fevereiro um grande evento para marcar a inauguração da exposição “Guerra e Paz, de Portinari” em São Paulo, terra natal do pintor. A data escolhida carrega expressivo simbolismo: aniversário de 50 anos da morte do pintor. A pedido do Governo Brasileiro, a ONU confiou a guarda dos monumentais “Guerra” e “Paz” ao Projeto Portinari, de 2010 a 2013. O retorno dos painéis ao Brasil, depois de mais de 50 anos, foi comemorado com a exposição no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em dezembro de 2010, que atraiu mais de 44 mil pessoas em 12 dias. Em seguida, os painéis foram restaurados durante 4 meses, e agora chegam a São Paulo para uma exposição histórica, sem precedentes, em première mundial.

A exposição Guerra e Paz, de Portinari apresenta os dois últimos e maiores murais criados por Candido Portinari (1903-1962), após minucioso trabalho de restauro, realizado entre fevereiro e maio de 2011, que trouxeram de volta às obras o cromatismo intenso que caracteriza o trabalho do pintor de Brodowski.

Os monumentais murais estarão expostos j unto a cerca de 100 dos estudos originais preparatórios para “Guerra” e “Paz”, além de uma centena de documentos históricos, entre cartas e fotos, que contam, em detalhes, toda a trajetória de criação das obras , encomendadas pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova York.

“É uma exposição histórica, sem precedentes, oportunidade única de ver ‘Guerra' e ‘Paz' no Brasil reunidos aos estudos. Nem o próprio pintor teve a chance de ver todo este material em seu conjunto”, afirma João Candido Portinari, fundador e diretor geral do Projeto Portinari, responsável pela realização do Projeto Guerra e Paz .

Os murais são compostos, ao todo, por 28 placas de madeira compensada naval, com 2,2 metros de altura por cinco metros de largura e pesam 75 quilos cada uma. A área total pintada, uma superfície de 280 metros quadrados, é maior do que a do “Juízo Final”, de Michelangelo, na Capela Sistina.

São Paulo é o primeiro destino da fase itinerante das obras, que depois farão escala em outros países, como Japão e Noruega (em Oslo, por ocasião da entrega do Prêmio Nobel da Paz em dezembro de 2012).

O local e a cenografia
Para assumir a coordenação geral da exposição, o Projeto Portinari convidou a empresa Expomus. Guerra e Paz, de Portinari ocupará três espaços do Memorial da América Latina. Com cenografia assinada por Felipe Tassara e Daniela Thomas, “Guerra” e “Paz” estarão no Salão de Atos e poderão ser vistos pelo público em grupos de 150 pessoas, devido à limitação do espaço. Uma apresentação audiovisual de cerca de 9 minutos será projetada sobre uma tela também monumental a cada hora, mas a visitação aos painéis não é restrita a estas sessões.

Já na Galeria Marta Traba estarão reunidos cerca de 100 dos 180 estudos originais preparatórios para “Guerra” e “Paz ”, já catalogados pelo Projeto Portinari, junto a documentos históricos, como cartas, depoimentos e fotos, que contam, em detalhes, toda a trajetória de criação das obras. Obras de coleções internacionais, como “Feras”, do Museo del Novecento de Milão, e “Mulher Ajoelhada”, de uma coleção particular, também merecem destaque na mostra.

Outro espaço a visitar será a Biblioteca Victor Civita, que apresentará, sob forma digital, a obra completa de Portinari por ordem cronológica. Pertencente ao Projeto Portinari, o acervo é resultado do levantamento e catalogação de quase 5 mil obras e aproximadamente 30 mil documentos relacionados a estas obras, à vida e à época do pintor.

“O Memorial da América Latina, além de dispor do espaço ideal para apreciação dos murais ‘Guerra' e ‘Paz', está localizado em uma área de fácil acesso a toda a população, o que está totalmente de acordo com o objetivo maior do Projeto Guerra e Paz, e também o do Projeto Portinari: dar acesso para que o grande público conheça a obra e a mensagem de Portinari. Por isso, fazemos questão que a exposição Guerra e Paz, de Portinari seja sempre apresentada com entrada franca”, diz Maria Duarte, diretora-executiva do Projeto Guerra e Paz .

“Concebido por Darcy Ribeiro e Oscar Niemeyer, o Memorial carrega o ideal da integração dos povos, uma bandeira brasileira pela paz. Promover essa exposição no local tem um significado a mais pela parceria e amizade que os dois tiveram a vida toda”, complementa João Candido Portinari.

Patrocinadores e apoiadores
A concretização do Projeto Guerra e Paz só foi possível com o apoio financeiro do BNDES, e a realização da exposição Guerra e Paz, de Portinari em São Paulo é apresentada pela Brazilian Finance and Real Estate (BFRE), companhia referência no mercado brasileiro na estruturação de negócios financeiro-imobiliários para pessoas físicas e jurídicas. A mostra conta também com o patrocínio de O Boticário, do Banco do Brasil e dos Correios . As empresas Queiroz Galvão Exploração e Produção e Redecard também participam do projeto. Para a realização da exposição, também foi fundamental o apoio da ONU, do Itamaraty, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério da Cultura, do Governo de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, da Fundação Memorial da América Latina e da TV Globo São Paulo.

Sobre os painéis “Guerra” e “Paz”
Entre 1952 e 1956, Candido Portinari realizou seus dois últimos e maiores murais, “Guerra” e “Paz”, encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova York. Dag Hammarskjold, secretário-geral da ONU à época da doação, afirmou ser aquela “a mais importante obra de arte monumental” doada à organização.
Localizados em local nobre, no hall de entrada da Assembléia Geral, mas de acesso restrito aos delegados das Nações, os murais “Guerra” e “Paz” não podem ser vistos ? nem mesmo durante as visitas guiadas da ONU ? por razões de segurança.
Por esse motivo, o Projeto Portinari sempre sonhou em expor “Guerra” e “Paz” ao grande público, e uma grande reforma no edifício sede da ONU, entre 2010 e 2013, proporcionou esta oportunidade inédita.
Em dezembro de 2010, o retorno de “Guerra” e “Paz” ao Brasil foi celebrado com a exposição dos murais no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O evento reuniu mais de 44 mil pessoas em apenas 12 dias. Em seguida, passaram por um rigoroso trabalho de restauro no Palácio Gustavo Capanema, em ateliê aberto ao público, durante quatro meses.

Memorial da América Latina – Auditório Simón Bolivar
– Portão 15 (pedestres) e portão 13 (carros). A exposição fica em cartaz de terça a domingo das 9h às 21h.
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda – São Paulo


De 10 de Fevereiro
Até 24 de Março


Cláudia Jaguaribe


Ilana Lichtenstein


Sheila Oliveira


Exposição coletiva  Fábulas e Encontros

A exposição reúne os artistas contemporâneos Claudia Jaguaribe, Ana Beatriz Elorza, Bruno Vilela, Flávia Sammarone, Ilana Lichtenstein, Luana Navarro e Sheila Oliveira.
Memória, encenação e fantasia foram alguns dos temas que a curadora Georgia Quintas utilizou como filtros para selecionar as fotografias de sete artistas contemporâneos para a mostra coletiva  Fábulas e Encontros , com Claudia Jaguaribe, Ana Beatriz Elorza, Bruno Vilela, Flávia Sammarone, Ilana Lichtenstein, Luana Navarro e Sheila Oliveira, 
“São sete olhares que encontram e percebem a potência que a imagem fotográfica possui de criar histórias e contextos que fabulam sobre a representação visual”, diz Georgia Quintas, curadora.
A fotógrafa carioca Claudia Jaguaribe, representante da geração que, nos anos 1990, se envolveu com as novas tecnologias e o experimentalismo na linguagem, participa com sete trabalhos. Os personagens de  Aeroporto  (2001), o espaço onírico de  Istambul (2009) e a ilusão em camadas de  Sala Vermelha  (2008) ganham uma edição especial guiada pelo espectro da cor vermelha.
A artista plástica e fotógrafa paulistana Flávia Sammarone apresenta a série  Heranças  (2008). A partir da memória e de tempos íntimos, o trabalho biográfico familiar exercita a relação da projeção de imagens em ambientes vazios e silenciosos com os universos do sonho e do afeto.
O pernambucano Bruno Vilela apresenta  Ofélia  (2010), que no campo das fábulas remete à literatura por meio da clássica personagem de Shakespeare. Mundos imaginários são característicos do repertório do artista.
Utilizando a pose e a encenação como princípio de suas formulações narrativas, os trabalhos da fotógrafa paulistana Sheila OliveiraFlutuações  (2011) e  Dores da Alma  (2010-2011), devolvem a sensação de imagens sonhadas enfim registradas.
Da nova geração, nascidas na década de 1980, as fotógrafas Ana Beatriz Elorza (SP), e Luana Navarro, de Curitiba, apresentam autorretratos em  Alegoria da ausência  (2011) e  Do que sou eu não posso dizer que sou  (2010), respectivamente.
Por fim, Ilana Lichtenstein (SP) reflete de forma singela, porém abrupta, o que poderia ser um sonho, um instantâneo ou um simples recuso de entrever a lembrança, em  Uma e Outra Erupção  (2009-2011).

Fauna Galeria
Al. Gabriel Monteiro da Silva, 470. Telefone: 11 3668 6572
Horário:  Terça a sexta, das 11h às 19h, e sábado, das 11h às 15h.
www.faunagaleria.com.br  

De 13 de fevereiro
Até 29 de abril







Exposição ÍNDIA!
O Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (CCBB-SP) e o SESC São Paulo apresentam a exposição ÍNDIA!. Com curadoria geral do holandês radicado em São Paulo Pieter Tjabbes e produção da Art Unlimited, a mostra  atualmente em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro, com grande sucesso de público  revela a história e a cultura indiana, do milenar ao contemporâneo, por meio de mais de 350 peças, entre objetos de arte popular, fotografias, pinturas e esculturas sacras.

ÍNDIA! é idealizada em três blocos temáticos, “Homem”, “Deuses” e “Formação da Índia Moderna”, que reúnem obras datadas de 200 a.C a 2011, incluindo itens dos museus de Arte Asiática (Berlim), Rietberg (Zurique), Volkenkunde (Leiden, na Holanda), do Museu Histórico Nacional (Rio de Janeiro) e de instituições privadas e colecionadores indianos. O núcleo de arte contemporânea será apresentado na exposição “ÍNDIA  Lado a Lado”, a partir de 25 de fevereiro no SESC Belenzinho (informações abaixo).

Em “Homem” encontram-se objetos do dia-a-dia do povo indiano, rural e urbano. São vestimentas, máscaras, fantoches para a tradicional prática de narração de histórias, instrumentos musicais, pinturas e terracotas, como ‘Relicário com três figuras votivas' (foto 1), de 2011. Neste segmento, também estão os tecidos, como o Kalamkari (foto 2), do século, XIX. Desde que o líder pacifista Mahatma Gandhi incentivou a população da Índia a produzir seus próprios tecidos para não depender da Inglaterra, a tecelagem se tornou uma das atividades econômicas mais importantes do país.

O bloco “Deuses” traz esculturas, pinturas e objetos de diferentes épocas para explicar as principais religiões presentes na Índia: hinduismo, islamismo, cristianismo e budismo. Nele, estão as peças mais antigas do acervo, como o “Busto de figura feminina, aparentemente deusa-mãe” (foto 4), o equivalente à Nossa Senhora, para os católicos, que data aproximadamente de 200 a.C., e a escultura em pedra ‘Buda no momento de sua iluminação mostrando o Bhumisparshamudra, o gesto de chamar a terra por testemunha' (foto 5), do século XI.

A “Formação da Índia Moderna”, com a influência dos colonizadores portugueses e ingleses, é contada através de gravuras, peças de mobiliários e uma seleção de fotografias antigas. Cerca de 100 imagens pertencentes à Fundação Alkazi, de Nova Déli, mostram a visão do indiano sobre seu povo e o desenvolvimento das cidades entre 1860 e 1920.  A luta de Mahatma Gandhi pela independência da Índia da Inglaterra, ocorrida entre 1928 e 1947, foi registrada por Homai Vyarawall, a primeira repórter fotográfica do país (foto 6).

ÍNDIA! apresenta ainda muitos outros aspectos da cultura indiana. O público começa a visita assistindo a um filme de sete minutos que o prepara para embarcar na “viagem” pelo país. No hall de entrada, será montado um yantra (altar) com a imagem de Ganesh, a mais conhecida e venerada representação de Deus no hinduísmo, simbolizada por uma divindade de quatro braços, barriga grande e a cabeça de um elefante com uma presa só. Há também um tuk-tuk, triciclo motorizado usado como táxi (foto 3), e manequins com figurinos produzidos para a novela “Caminho das Índias”, exibida pela TV Globo em 2009.

A arte contemporânea da índia  Entre os dias 25 de fevereiro e 29 de abril 2012, o SESC Belenzinho recebe a exposição "ÍNDIA  Lado a lado", que reúne obras de 19 grandes artistas, além de dois coletivos, da cena contemporânea indiana.

A mostra tem curadoria da brasileira residente em Berlim Tereza de Arruda e a participação dos seguintes artistas: Baiju Parthan, Bharti Kher, Gigi Scaria, Jitish Kallat, Manjunath Kamath, Nalini Malani, Pix Foto Collective, Pushpamala N., Raqs Media Collective, Ravinder Reddy (foto 7), Reena Kallat, Riyas Komu, Sheba Chhachhi, Shilpa Gupta (foto 8), Surekha, Thukral & Tagra, T.V. Santhosh, Vishal K Dar, Vivan Sundaram (foto 9) e Vivek Vilasini.

ÍNDIA! em outras cidades  Após o Rio de Janeiro e São Paulo, a exposição ÍNDIA! chega ao CCBB de Brasília em maio de 2012.

Exposição ÍNDIA!
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112, Centro  Telefone: (11) 3113-3651
Exposição: 14 de fevereiro a 29 de abril
Curadoria geral: Pieter Tjabbes  Produção: Art Unlimited
Horários: terça a domingo das 9h às 21h  Entrada franca
Estacionamento conveniado: Estapar Estacionamentos  Rua da Consolação, 228, Edifícos Zarvos (R$ 10,00 pelo período de 5 horas. Necessário carimbar o ticket na bilheteria do CCBB).

ÍNDIA  Lado a Lado
SESC Belenzinho
Rua Padre Adelino, 1.000, Metrô Belém Telefone: (11) 2076-9700
Exposição: 26 de fevereiro a 29 de abril
Curadoria geral: Pieter Tjabbes  Curadoria ÍNDIA  Lado a lado: Tereza Arruda
Horários: Terça a sexta, das 10h às 21h30; Sábados, das 10h às 21h.; Domingos e feriados, das 10h às 19h30. Acesso à exposição para visitação até 1 hora antes do fechamento do espaço  Entrada franca

Até 16 de fevereiro








Exposição Opção Arte
A AM Galeria Horizonte , em uma prévia de sua agenda de 2012, oferece uma oportunidade especial a seus clientes e parceiros com Opção Arte , evento criado para possibilitar a aquisição de obras de arte ou dar início a novas coleções. Durante esse período, a galeria estudará com seu público maneiras de facilitar a aquisição de obras de alguns de seus artistas, como Ana Pinheiro , Chico Baumecker , Daniel Arantes , Emilia Brandão , Fernando Ribeiro , Jorge dos Anjos , José Bento , Marina Saleme , Paulo Torres , Roberto Vieira e Thales Pereira.
A AM Galeria Horizonte, fiel em seu propósito de disseminação cultural, oferece ao público uma nova opção de aproximar-se das artes através de Opção Arte . Na primeira edição do evento, disponibiliza obras de artistas de seu acervo e se propõe a estudar facilidades para que os admiradores de arte também possam desfrutar de sua companhia como membro de seu dia-a-dia.
Além de ter à disposição todas as informações sobre o autor dos trabalhos, oferecerá opções de obras em diversos suportes – pintura, escultura, objetos, fotografia – de artistas como Ana Pinheiro , Chico Baumecker , Daniel Arantes , Emilia Brandão , Fernando Ribeiro , Jorge dos Anjos , José Bento , Marina Saleme , Paulo Torres , Roberto Vieira e Thales Pereira. Opção Arte é um incentivo tanto a novos colecionadores quanto à expansão de coleções já existentes.

Os Artistas:
Ana Pinheiro - Aquarelista, bacharel em Filosofia /USP, iniciou no circuito de exposições em 2004, ano em que começa acompanhar projetos com Albano Afonso e Sandra Cinto. Já expôs individualmente e em coletivas em diversas ocasiões no estado de São Paulo.
Chico Baumacker - Graduado e pós-graduado em Artes Plásticas pela Escola Guignard, já participou de exposições coletivas, com premiações, e individuais. Participa de um grupo que se dedica a projetos e pesquisas sobre a arte contemporânea, além da organização de ações, intervenções e exposições.
Daniel Arantes - Fotógrafo profissional atua principalmente nas áreas de música, publicidade, editorial e banco de imagem. Participou de projetos especiais, como Brasil Adentro (pesquisa de cultura e natureza), Rumo Norte (caminhada fotográfica pelo norte dos Estados do Pará e Amazonas), Rota 230 e Beira de Estrada (cobertura fotográfica da expedição off-road pela Rodovia Transamazônica), entre outros.
Fernando Ribeiro - Natural de São Paulo, começou sua trajetória trabalhando como artefinalista. Dedica-se exclusivamente às Artes Plásticas desde 1990. Após algumas tentativas de trabalhos coletivos, seu espírito inquieto o faz decidir-se por uma trajetória individual, que já demonstra resultados por haver ultrapassado fronteiras locais e internacionais.
Jorge dos Anjos - Mineiro de Ouro Preto, é envolvido com pintura,gravura e escultura e coleciona prêmios em salões nacionais de arte. Pesquisa possibilidades expressivas das artes visuais desde os anos 70. Seu nome está ainda vinculado à participação e colaboração em festivais de arte negra.
José Bento - Nascido na Bahia, vive e trabalha em Belo Horizonte. Já participou de exposições na capital mineira, em São Paulo e também em Paris. O artista trabalha prioritariamente com madeira, desenvolvendo esculturas, objetos e site spcifics.
Marina Saleme - Licenciada em Artes Plásticas pela Faap em 1982, já expôs seus trabalhos no Brasil e também na França, Itália, Canadá, Espanha e Colômbia. Tem trabalhos em importantes coleções públicas, tais como Pinacoteca do Estado de São Paulo, Casa do Brasil, em Madri, Espanha, e Embaixada do Brasil em Roma, Itália.
Paulo Torres - Formou-se em Belas Artes pela UFMG em 1997. Participou de diversas exposições e salões, especialmente em Minas Gerais, e também da feira SP-Arte. Tem nas ruas, calçadas, pontes e viadutos a matéria prima e objeto de pesquisa de seu trabalho.
Roberto Vieira - Formado em arquitetura pela UFMG, fundou com outros estudantes de arte a Oficina de Arte e passou a realizar experimentos minimalistas e concretistas em esculturas e desenhos. Já expôs, entre mostras individuais e coletivas, em diversas cidades do Brasil e também na Bélgica e no Japão.
Thales Pereira - Estudou Comunicação Visual na antiga FUMA, hoje Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), onde também foi professor. Trabalhou como designer gráfico, criando logomarcas para lojas de modas na Savassi, nas décadas de 70 e 80, e em 1983 decide se dedicar somente à pintura.

AM Galeria Horizonte
Rua Estados Unidos, 273, Jardim Paulista - Tel.: (11) 3044-1057
www.galeriahorizonte.com.br
Até 28 de Fevereiro




Obra de Débora Muszkat
Em comemoração aos 458 anos da cidade de São Paulo a Matilha Cultural apresenta a obra da artista Débora Muszkat, escolhida pela artista, tem o formato de uma aranha, com 80 cm de diâmetro e seis patas que variam de 1 metro a 1,5 m de comprimento, a estrutura foi feita em alumínio revestida com frascos de perfumes reciclados que articulam-se, possibilitando diversas formas de montagem.

Débora Muszkat
A artista utiliza vidro como suporte na sua produção artística. A artista transita por várias linguagens como escultura, desenho, pintura e fotografia. É também arte-educadora e realiza inúmeros trabalhos em projetos sociais e workshops. Desde 1984 trabalha com reciclagem de vidro. Seu atelier é um verdadeiro laboratório de pesquisa na transformação deste material, e abrigará a partir de abril próximo uma instalação de grandes dimensões, uma enorme estrutura de ferro e vidro em formato de uma ponte. A obra, chamada "Homenagem as Ninféias de Monet", é um projeto que vem sendo desenvolvido há mais de seis meses pela artista em parceria com o arquiteto José Crucello, e está sendo montada em sua casa e atelier de 450 m2 em São Paulo. www.deboramuszkat.com.br

Matilha Cultural
Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo - Tel.: (11) 3256-2636 - São Paulo - SP
De terça-feira a sábado, das 12h às 20h
Ate 28 de Fevereiro


Foto: Beto Felicio
Truth of The Matter
Brasileiros expõem sua arte em Nova YorkOs artistas plásticos cariocas Luiz Cavalheiros e Helena Trindade terão seus trabalhos expostos na President's Gallery do John Jay College, uma das unidades da City University of New York.

Cavalheiros apresenta as imagens de um conjunto de fotos relacionadas à sua vida, que são destruídas quimicamente para em seguida serem reconstruídas, agora como pintura, a partir de sua memória afetiva e do próprio pigmento dissolvido das fotografias.

Helena Trindade (foto)parte de um material desenvolvido por ela, chamado de matéria-tinta, uma tinta escultórica que se projeta no espaço e atravessa um conjunto de objetos relacionados à linguagem (stencils de letras, livros, entre outros).

President's Gallery do John Jay College (6th floor), 899 Tenth Avenue, Nova York, NY.
Até 29 de Fevereiro


Adriana Banfi


Ana Letycia


Antonio Peticov


Cícero Dias


Fang


Fernando Luchesi


Fernando Velloso


Marcio Coelho Benjamin


Monica Vendramini


Paiva Brasil


Poteiro
Liquidarte

A Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria organiza a terceira edição do Liquidarte , evento com obras a preços especiais, com desconto de 20 a 90%. As obras selecionadas custam entre R$ 100,00 e R$ 1.800,00. A Liquidarte é uma excelente oportunidade de adquirir obras de grandes artistas representados pela galeria, tais como Aguilar , Anna Letycia , Angelo de Aquino , Antonio Maia , Edith Behring , Fang , Fayga Ostrower , Gejo , Gerchman , Hércules Barsotti , Manfredo Souzanetto , Marcos Coelho Benjamin , Maria Leontina , Martins de Porangaba, Poteiro e Rubem Ludolf .

Aguilar - Nascido em São Paulo, já participava, em 1958, da vida cultural brasileira através do movimento Kaos Realizou sua primeira exposição em 1961 e foi selecionado em 1963 para a Bienal Internacional de São Paulo. Nos anos 70 morou nos EUA, onde começou a produzir vídeo-arte. Nos anos 80 dedicou-se à pintura, além de trabalhar com música, literatura e montagem de espetáculos em praça pública.

Anna Letycia - Nascida em Teresópolis, RJ, em 1929, estudou gravura, xilogravura e pintura no Rio de Janeiro. Lecionou gravura no atelier do MAM/RJ e em Santiago, onde recebeu o título de professor honoris causa da Pontifícia Universidade Católica do Chile. Atuou também como cenógrafa e figurinista, fazendo principalmente parcerias com Maria Clara Machado.

Angelo de Aquino - Natural de Belo Horizonte, mudou-se em 1960 para o Rio de Janeiro, onde iniciou sua formação artística. Do final dos anos 60 à metade dos 70 desenvolveu obras conceituais, passando posteriormente para a pintura abstrato-geométrica. Mais tarde, nos anos 80, dedicou-se à pintura figurativa. Comemorou 40 anos de pintura com exposição na Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro, cidade onde faleceu três anos mais tarde.

Antonio Maia - Pintor, desenhista, gravador e ilustrador sergipano falecido em 2008 no Rio de Janeiro. Devido à infância passada no interior do Sergipe, desenvolveu uma temática ligada à religiosidade popular daquela região. Mudou-se para o Rio em 1955, onde adotou como estilo o abstracionismo informal. Realizou sua primeira exposição individual em 1960, em Minas Gerais.

Edith Behring - Nascida em 1916 no Rio de Janeiro e falecida em 1996 na mesma cidade. Estudou desenho e pintura com Candido Portinari. Obteve licenciatura em educação artística pela antiga Universidade do Distrito Federal. Aprendeu ainda xilogravura, desenho em guache e gravura em metal. Realizou sua primeira exposição individual em 1955 em Paris. Participou das edições de 1957 e 1967 da Bienal Internacional de São Paulo.

Fang - Estudou sumiê e aquarela na China em 1945 e mudou-se para São Paulo em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1961. Estudou pintura em São Paulo com Yoshiya Takaoka e fez sua primeira exposição individual na mesma cidade em 1959. Nos anos 60 flertou com o abstracionismo, abandonando-o logo e seguindo com o figurativismo. Visitou a China a convite do governo chinês em 1985.

Fayga Ostrower - Gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, ceramista, escritora, teórica da arte e professora nascida na Polônia em 1920 e falecida no Rio de Janeiro em 2001. Mudou-se para o Brasil em 1934 e cursou artes gráficas na Fundação Getúlio Vargas, onde estudou xilogravura e gravura em metal. Sua produção inicial em xilogravura apresenta temática predominantemente social. No início dos anos 50 passa a produzir obras abstratas.

Gejo - Grafiteiro de são Paulo, iniciou nas ruas em 1989 com pixos, grapixos e frases de protesto. Nesta época também começava a se identificar com a cultura hip hop. Com o passar do tempo absorveu outras formas de intervenção dentro da 'street art', como stencil, lambe-lambe, stickers, nos mais variados suportes, como carros abandonados, muros, casas, sucata, poste, tela e tudo que a tinta se adere.

Gerchman - Pintor, desenhista, gravador e escultor natural do Rio de Janeiro. Residiu, entre 1968 e 1972, nos Estados Unidos, contemplado por um prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna. Na volta ao Brasil trabalhou com cinema. Realizou, em 1981, o painel de azulejos para o SESC Pompéia, em São Paulo, a convite da arquiteta Lina Bo Bardi. Ministrou cursos no Brasil e no exterior. Faleceu na capital paulista em 2008.

Hécules Barsotti - Pintor, desenhista, programador visual e gravador. Iniciou formação artística em 1926 e começou a pintar em 1940. Fundou, com Willys de Castro, o Estúdio de Projetos Gráficos em 1954. Na décade de 1960 fez parte do Grupo Neoconcreto a convite de Ferreira Gullar. Em 2004 o MAM-SP realizou a exposição “Hércules Barsotti: Não-Cor Cor”, uma retrospectiva de sua carreira. O artista faleceu em 2010.

Manfredo Souzanetto - Pintor, desenhista e escultor mineiro. Começou a estudar desenho aos 16 anos de idade. Estudou arquitetura na UFMG entre 1972 e 1975. Entre 1975 e 1979 viveu em Paris, onde estudou fotografia e descobriu a arte abstrata norte-americana e o construtivismo russo. Na volta ao Brasil instalou-se no Rio, onde concluiu curso de gravura e trabalhou com telas e madeiras recortadas em formas geométricas, nas quais aplica pigmentos obtidos de amostras de terra coletadas em Minas Gerais.

Marcos Coelho Benjamin - Escultor, pintor, cartunista, designer gráfico, ilustrador, desenhista e cenógrafo, começou de forma autodidata a desenhar quadrinhos. Em 1977, já em Belo Horizonte, produziu uma série de brinquedos de materiais reciclados e orgânicos. Passou a dedicar-se à criação de objetos tridimensionais e instalações. Em 1989 iniciou a fase de produção de obras em grandes escalas e dimensões.

Maria Leontina - Nasceu em 1917 em São Paulo e faleceu em 1984 no Rio de Janeiro. Estudou desenhos nos anos 30 e pintura e museologia nos anos 40. Em 1951 orientou o setor de artes plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juqueri, realizando no mesmo ano uma mostra com trabalhos dos internos no MAM/SP. Inicialmente, sua obra é pautada no figurativismo de cunho expressionista, mas paulatinamente passa ao abstrato, sem seguir o rigor da geometria pura.

Martins de Porangaba - Nascido em Porangaba, SP, fixou residência em São Paulo, onde cursou desenho, pintura e modelo vivo na Associação Paulista de Belas Artes de 1967 a 1970. Estudou ainda gravura e modelagem. Em 1980 leciona pintura na Escola Panamericana de Artes.

Poteiro - Nascido em Santa Cristina de Pousa, Portugal, em 1925, chegou ao Brasil ainda pequeno, morando em São Paulo, Minas Gerais, entre os índios Carajás na Ilha do Bananal e depois radicando-se em Goiânia. Ganhando a vida como fabricante de cerâmica utilitária, seus potes – daí o apelido – passaram a ganhar qualidade artística com o tempo, ultrapassando sua função. Voltou-se à pintura nos anos 70. Faleceu em Goiânia em 2010.

Rubem Ludolf - Nasceu em Maceió em 1932 e faleceu no Rio de Janeiro em 2010. Formou-se em arquitetura em 1955 na atual UFRJ. Cursou pintura e ntegrou-se ao movimento concretista de 1956 a 1957. Além da pintura, atuou na área da arquitetura, dedicando-se principalmente ao paisagismo. Participou de cinco edições da Bienal Internacional de São Paulo, entre 1955 e 1967, recebendo o prêmio aquisição dessa última.

Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria mofilgue@terra.com.br
Rua Bela Cintra, 1533, Jardins, São Paulo, Tel.: (11) 3082-5292
Horário: segunda a sexta das 10h às 19h, sábado das 10h30 às 14h

De 28 de Fevereiro
Até 24 de Março




Coletiva - Origem
A Fibra Galeria apresenta a exposição coletiva  “Origem”, composta por obras inéditas dos artistas Gen Duarte, Ronah Carraro e Fredone Fone. Metade dos trabalhos a serem apresentados foram pintados sobre folhas de fibra de bananeira. Este material reciclado – utilizado na construção civil, nas industrias automobilística, têxtil e moveleira -  na Fibra Galeria passa a ser tratado como suporte para arte.

Gen Duarte (PA) - Artista plástico e grafiteiro, Gen Duarte começou sua trajetória artística no ano 2000. Seus trabalhos propõem formasarredondadas, explora cores, estampas e arrisca interação de objetos em suas telas, como botões e lantejoulas. O artista exprime um estilo arrojado com cores e formas que brincam com a imaginação.

Ronah Carraro (SP) - Ronah Carraro utiliza diversos suportes em suas criações - tela, madeira, papel marchê e os muros da cidade. Ele  retrata a diversidade comportamental  dos habitantes da metrópole  usando cores vibrantes, suas pinturas tem traço rígido e marcante. Formado em artes plásticas, ele também atua como designer de moda.

Fredone (ES) - Fredone constrói desenhos do seu personagem  "Humanurbano" utilizando como base principal o preto, o branco, vermelho e escalas de cinza, em linhas retas efiguras geométricas. Ele pensa num “corpo urbano” (cidade) onde as construções são compostas por sangue, carne e osso. Paralelo a isso o artista apresenta um ser humano de concreto e aço. Fredone começou sua trajetória artística na década de 90 como grafiteiro.

Fibra Galeria
Rua Tupi, 792 – Pacaembu – São Paulo – SP
Segunda a sexta das 11h às 19h. Aos sábados das 11h às 16h