Data
Evento

Maio

“Rito”

A exposição individual da artista visual cearense Sabyne Cavalcanti, com curadoria de Solon Ribeiro, apresentará trabalhos que investigam as relações entre a terra, a grama, o ferro e o espaço, encontrando na corrosão e no desgaste natural originados pelas intempéries a união entre a artista e os elementos da natureza que a cerca. O corpo e os elementos da natureza são suporte desde a pré-história para a produção artística. A artista encontrou, através de sua pesquisa com esses “materiais”, uma forma de uni-los e extrair dessa junção o mais puro conceito de arte, levando o visitante a uma supra-sensação, ao dilatamento de sua espontaneidade expressiva adormecida, condicionada ao cotidiano.

Rito ( texto do curador da exposição, Solon Ribeiro )
A terra em sua matéria retém a memória de um lugar e é elemento primordial de transformações e invenções.
Removendo literalmente a terra e transportando para outro lugar, o espaço passa a ser explorado, construído, habitado, enquanto movimento de percepção, interação e intervenção.
A experimentação do espaço se faz necessário para entendê-lo como uma rede de signos, com um sistema de objetos significantes, onde cada componente tem seu sentido elaborado e socialmente compartilhado a partir de suas relações.
No seu programa de trabalho, além do uso da terra, Sabyne Cavalcanti se dedica a pesquisa de diversos materiais perecíveis, criando espaços de relacionamentos nas instituições de arte, que funcionam mais como um laboratório do que como um espaço expositivo, um lugar de renovação da energia, onde não apenas o espaço, mas o tempo da galeria é alargado e cujos significados são construídos coletivamente.
Com essas Ações de Remover, Deslocar e Experimentar, Sabyne propõe a construção de um espaço alquímico e se interroga dos limites físicos e conceituais da arte.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NA: Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza - Rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – Tel (85) 3464.3108
Maio




















“GRAMÁTICAURBANA”

Exposição reúne o trabalho inédito de onze artistas cariocas, numa mostra de interação entre o espaço cotidiano da cidade e a produção artística contemporânea, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.
A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura apresentam no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, até o dia 6 de maio a exposição “GRAMÁTICAURBANA”. A mostra focaliza o conjunto de onze artistas contemporâneos que apresentam associações, afinidades e oposições entre as mais diversas formas, técnicas e linguagens. Cada um desses artistas formulou o seu próprio vocabulário pictórico em relação à esfera urbana, mas mantendo certa alquimia de contrastes. São artistas que se formaram nos últimos dez anos e entraram em evidência nesse período, abrangendo uma gama variada de linguagens e aspectos da visualidade contemporânea, com trabalhos em papel, objetos, pinturas, grafite, fotografia, colagem e vídeos. Esses artistas, que possuem coerente e sólida trajetória e também pela verdade que a sua poética vem contribuindo à memória pública da cidade, são os protagonistas do início das atividades culturais do Centro de Arte Hélio Oiticica no ano de 2012.

A exposição “GRAMÁTICAURBANA” ocupará a área do  3º andar do Centro Cultural Hélio Oiticica, com curadoria de Vanda Mangia Klabin, e contará com a produção de um catálogo com reproduções das  obras e de textos da curadora, além de uma biografia dos artistas.  Este catálogo constituirá importante ferramenta de consulta para artistas, professores, teóricos e o público em geral.  Estão previstas, ainda, a edição de folder, cartaz, convite, banner e o registro em  DVD dos trabalhos que serão produzidos diretamente nas paredes da instituição.

Alê Souto - Como curador da exposição Gesto Amplificado, na Caixa Cultural RJ e SP, com abertura marcada para março, Alê tem marcado a sua trajetória não apenas em território nacional, mas também em exposições no exterior como a Metrópole Remix na FB Gallery em Nova York e interferências urbanas na cidade do Texas (EUA), na série Êxtase do ouro negro, que se desdobrou nesta exposição GRAMÁTICAURBANA. Artista representado pela galeria Portas Vilaseca.

Antonio Bokel - Antonio Bokel nasceu Rio de Janeiro em 1978. Desde muito pequeno começou a pintar influenciado pela arte Naif Brasileira, tendo como mestra uma senhora autodidata que lhe ensinava, ainda muito pequeno,  os primeiros passos da arte. Em 2001 foi para florença na Itália onde estudou e fez sua primeira exposição. O uso do Spray revela a influência das ruas, das pichações, os muros agora apagados abrigam traços, rastros de rebeldia, poesias, cartas de amor de estórias passadas, o ritmo das cidades, a busca por reconhecimento, o questionamento  a publicidade e a propaganda são recorrentes em seu trabalho. Bokel expôs seus trabalhos em várias cidades do mundo como Rio de janeiro São Paulo, Madrid, Barcelona  Amsterdam, Holanda, Lagos (Portugal), Coimbra, Havana e Nova York.

Bernardo Ramalho - Nasceu em Niterói e vive e trabalha em Niterói e São Gonçalo. Artista representado pela galeria A Gentil Carioca, participará também da Faena Arts Center, em Buenos Aires. 

Bruno Miguel - Nasceu e trabalha no RJ, tem na sua formação artística a Escola de Belas Artes/UFRJ e EAV/Parque Lage. Com foco na pintura e paisagem, por hora transforma-as em matéria tridimensional. Participou de exposições nacionais e internacionais e tem seus trabalhos junto a importantes colecionadores (Gilberto Chateaubriand, Maria Cristina Burlamaqui, Luiz Chrysostomos).

Daniel Lannes - Indicado ao Prêmio PIPA (2011); ganhou o prêmio Novíssimos, Salão de Arte IBEU (2010); indicado por Beatriz Milhazes para a Bolsa residência The Idyllwild Arts Painting's Edge program, California, EUA (2008); Contemplado com bolsa de estudos de 1 ano na SUNY, State University of New York/ Fine Arts Department (2004). Possui obras nas coleções de Gilberto Chateaubriand, RJ; Cristina Burlamaqui, RJ; Roberto Muylaert, São Paulo; Mariano Marcondes Ferraz, Rio de Janeiro; Zeca Camargo, Rio de Janeiro; Vik Muniz, Rio de Janeiro.

Elvis Almeida - Graduado em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, foi escolhido pela comissão técnica para a primeira turma de incubados do Programa Incubadora FURNAS Sociocultural (06 de setembro de 2007) na categoria talentos individuas. Foi selecionado para o 47° Salão de Artes Plásticas de Pernambuco - Prêmio Para Projeto de Grafitagem (Outubro/2008). Participou de VI Bienal Internacional de Arte Siarte, La Paz, Bolívia. Foi um dos selecionados com a bolsa Interações Florestais 2011.

Evandro Machado - Nasceu em Blumenau, SC. Foi ilustrador e desenhista de HQ com várias exposições em território brasileiro.

Gais - Nasceu no Rio de Janeiro, em 1980. Com obra numa das maiores casas de leilão de Londres, a Phillips de Pury, já participou de diversas exposições nacionais e internacionais. Organiza workshops de graffiti e possui trabalhos de arte urbana em diversas cidades, entre elas, o painel no Instituto de Arquitetura de Rotterdam (2009). Morou 3 meses na Holanda através da Fundação Caramundo e agora participa de um festival anual em Rotterdam, o R.U.A – Reflexo on Urban Art. Participou em 2011 de exposição na Huma Art Projects, no RJ. Com exposição coletiva marcada para 2012, Galeria Portas Vilaseca e com uma residência em Paris com local a confirmar.

Joana Cesar - Brasileira, 37 anos, em 2011 participou de coletivas no Espaço Atemporal e na Galeria Jaime Portas Vilaseca, ambas no RJ. Neste ano está com exposição marcada na Galeria Athena Arte Contemporanea, no RJ, e é matéria desse mês da Revista Piauí.

Pedro Sánchez - Mestre em História da Arte e da Arquitetura pelo programa de pós-graduação em História Social da Cultura, da PUC-Rio, cursa hoje o Doutorado em Design nesta mesma instituição, onde desenvolve a pesquisa, Gráfica de rua: táticas visuais de resistência na cultura visual urbana do Rio de Janeiro. É membro do grupo Coletivo Gráfico, que pesquisa o uso de meios de reprodução de imagens alternativos para produção de objetos gráficos e sua veiculação no espaço urbano. Desde 2008 atua como professor assistente no curso de Gravura da Escola de Belas Artes da UFRJ. Participará da exposição Gesto Ampliado na Caixa Cultural, com abertura também em março deste ano.

Tiago Primo - Bacharel em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, com exposições nacionais na galeria A Gentil Carioca, RJ e Vermelho, SP, também participou de uma exposição no exterior, a ABC Art Berlin Contemporary – Berlin 2009. Atualmente, está preparando um grande trabalho que é o retorno das bienais dos ovos, que são duas festas bienais intercaladas que acontecerão na residência do artista, com lançamento da exposição individual chamada Tiago Primo Feito em Casa. 

Por Vanda Mangia Klabin
“Não é uma soma: é uma desordem de possibilidades indefinidas”.
José Luís Borges / Nove Ensaios Dantescos & A Memória de Shakespeare

“O espaço público é   o  principal campo  de investigação nas obras desses artistas.  Em sua maioria,  tiveram a sua trajetória oriunda das pinturas realizadas pelas paredes da cidade e com a vitalidade da urgência urbana.  Cada um construiu a sua trajetória e o seu idioma pessoal. Por sua natureza efêmera e transitória, a construção parece estar próxima da desconstrução, os campos picturais parecem não ter metas definidas, as paredes urbanas  são tratadas como plano pictórico, como espaço  geográfico de ocupação da verdade poética de seus pensamentos.  Esses artistas parecem insatisfeitos com seus próprios limites: empenham-se em conquistar uma presença quase tridimensional no mundo.  Repensam, rediscutem e reinventam a extraordinária tradição pictórica contemporânea, com uma desenvoltura artesanal, intelectual e imaginativa até aqui inédita entre nós.  A poética desses artistas é a reafirmação constante dos valores estéticos contemporâneos, beneficiada pelo caráter aberto e prospectivo de aventura reunidos nessas obras de  diversos meios e processos artísticos.  As suas investigações em formatos que ultrapassam a escala usual de suas obras, tanto horizontalmente, como em trabalhos acentuadamente verticais, contam com um repertório de tratamentos novos e ricos de superfície. Seja em grafites, colagens, pinturas ou em vídeos realizados diretamente na parede produzidas em técnicas mistas, onde as articulações e soluções serão realizadas nas paredes da instituição, servem de interessante panorama de visualização de seu  "laboratório”  de criação.”

Vanda Mangia Klabin - Cientista social, historiadora  e curadora de artes plásticas. Formada em Ciências Políticas e Sociais; graduada em História da Arte; licenciada em Educação Artística e História da Arte e com pós- graduação em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela  PUC/Rio. Coordenadora Adjunta do mesmo curso, durante esse período, é editora assistente da revista  Gávea , realiza inúmeras curadorias de artes plásticas e intensifica suas pesquisas sobre arte. Em 1996, assume a direção do Centro de Arte Hélio Oiticica/ RJ ,  onde realiza exposições de diversos artistas brasileiros e estrangeiros como: Antonio Manuel  , Mira Schendel, Eduardo Sued, José Resende, Iberê Camargo, Nuno Ramos Hélio Oiticica e a Cena Americana, Amilcar de Castro,  Richard Serra, Luciano Fabro, Guilhermo Kuitca e Mel Bochner. Como curadora independente realizou diversas exposições: Frank Stella & Nuno Ramos; Eduardo Sued; Niura Bellavinha ; Nelson Leirner ; Jorge Guinle; Alfedro Volpi; Nuno Ramos. Nasceu, vive e trabalha no Rio de Janeiro.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NA: Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica: Rua Luís de Camões, 68. Centro - Telefones:  (21) 2232.4213  / 2242.1012

Maio




Poesia , exposição coletiva de poesiavisual

A mostra reúne cerca de 50 trabalhos, entre serigrafias, monotipias, graffiti e pintura, que se inserem no universo do cruzamento de linguagens que tem caracterizado a poesia de base experimental nas quatro últimas décadas , abarcando poemas inéditos e alguns já considerados históricos, de pelo menos três gerações de poetas. Os poemas adentram a Galeria, reivindicando o que têm em comum com as chamadas Artes Visuais e vão do objeto único a pequenas tiragens. Poetas participantes: André Vallias, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Décio Pignatari, Gastão Debreix, Gil Jorge, João Bandeira, Júlio Mendonça, Julio Plaza, Lenora de Barros, Omar Khouri, Paulo Miranda, Ronaldo Azeredo, Sonia Fontanezi, Tadeu Jungle, Villari Herrmann, Walter Silveira e Zéluiz Valero .

“Trata-se de uma exposição de poesia visual, ou intersemiótica , como era denominado esse tipo de produção nos anos 1970, quando circulava em revistas alternativas”, declara Khouri.

Em texto de apresentação assinado por Regina Silveira , a artista escreve: “Já faz algum tempo que instituições , principalmente estrangeiras , começaram a reconhecer que o panorama artístico, dos anos 70 ao presente, não se explicaria suficientemente sem esta vertente poética e multimídia , que antes andava mais subterrânea. E que era mesmo preciso criar novos modos de arquivar, colecionar, mostrar e celebrar esta parte, antes até escamoteada, da história recente, até porque ela costura ou ancora várias formas das poéticas do presente”.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NA: Galeria Virgilio - Rua Virgílio de Carvalho Pinto, 426 - Pinheiros, São Paulo - SP - Telefone: (55 11) 2373 2999 - www.galeriavirgilio.com.br



Abril

Exposição: Hirosuke Kitamura – Hidra

A 1500 Gallery abre a mostra Hidra, do nipobrasileiro Hirosuke Kitamura , também conhecido como Oske , trazendo 11 fotografias coloridas, incluindo um díptico e um tríptico, registradas em sua maioria em bordéis de Salvador, revelando uma sexualidade fantasmagórica. A exposição, com curadoria de Miguel Rio Branco, traz imagens que unem de maneira instigante o puramente físico ao sobrenatural. Curadoria: Miguel Rio Branco

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NA: 1500 Gallery
www.1500gallery.com
511 West 25th Street, #607  New York, NY, Tel.: +1.212.255.2010


Abril







Exposição ÍNDIA!
O Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (CCBB-SP) e o SESC São Paulo apresentam a exposição ÍNDIA!. Com curadoria geral do holandês radicado em São Paulo Pieter Tjabbes e produção da Art Unlimited, a mostra  atualmente em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro, com grande sucesso de público  revela a história e a cultura indiana, do milenar ao contemporâneo, por meio de mais de 350 peças, entre objetos de arte popular, fotografias, pinturas e esculturas sacras.

ÍNDIA! é idealizada em três blocos temáticos, “Homem”, “Deuses” e “Formação da Índia Moderna”, que reúnem obras datadas de 200 a.C a 2011, incluindo itens dos museus de Arte Asiática (Berlim), Rietberg (Zurique), Volkenkunde (Leiden, na Holanda), do Museu Histórico Nacional (Rio de Janeiro) e de instituições privadas e colecionadores indianos. O núcleo de arte contemporânea será apresentado na exposição “ÍNDIA  Lado a Lado”, a partir de 25 de fevereiro no SESC Belenzinho (informações abaixo).

Em “Homem” encontram-se objetos do dia-a-dia do povo indiano, rural e urbano. São vestimentas, máscaras, fantoches para a tradicional prática de narração de histórias, instrumentos musicais, pinturas e terracotas, como ‘Relicário com três figuras votivas' (foto 1), de 2011. Neste segmento, também estão os tecidos, como o Kalamkari (foto 2), do século, XIX. Desde que o líder pacifista Mahatma Gandhi incentivou a população da Índia a produzir seus próprios tecidos para não depender da Inglaterra, a tecelagem se tornou uma das atividades econômicas mais importantes do país.

O bloco “Deuses” traz esculturas, pinturas e objetos de diferentes épocas para explicar as principais religiões presentes na Índia: hinduismo, islamismo, cristianismo e budismo. Nele, estão as peças mais antigas do acervo, como o “Busto de figura feminina, aparentemente deusa-mãe” (foto 4), o equivalente à Nossa Senhora, para os católicos, que data aproximadamente de 200 a.C., e a escultura em pedra ‘Buda no momento de sua iluminação mostrando o Bhumisparshamudra, o gesto de chamar a terra por testemunha' (foto 5), do século XI.

A “Formação da Índia Moderna”, com a influência dos colonizadores portugueses e ingleses, é contada através de gravuras, peças de mobiliários e uma seleção de fotografias antigas. Cerca de 100 imagens pertencentes à Fundação Alkazi, de Nova Déli, mostram a visão do indiano sobre seu povo e o desenvolvimento das cidades entre 1860 e 1920.  A luta de Mahatma Gandhi pela independência da Índia da Inglaterra, ocorrida entre 1928 e 1947, foi registrada por Homai Vyarawall, a primeira repórter fotográfica do país (foto 6).

ÍNDIA! apresenta ainda muitos outros aspectos da cultura indiana. O público começa a visita assistindo a um filme de sete minutos que o prepara para embarcar na “viagem” pelo país. No hall de entrada, será montado um yantra (altar) com a imagem de Ganesh, a mais conhecida e venerada representação de Deus no hinduísmo, simbolizada por uma divindade de quatro braços, barriga grande e a cabeça de um elefante com uma presa só. Há também um tuk-tuk, triciclo motorizado usado como táxi (foto 3), e manequins com figurinos produzidos para a novela “Caminho das Índias”, exibida pela TV Globo em 2009.

A arte contemporânea da índia  Entre os dias 25 de fevereiro e 29 de abril 2012, o SESC Belenzinho recebe a exposição "ÍNDIA  Lado a lado", que reúne obras de 19 grandes artistas, além de dois coletivos, da cena contemporânea indiana.

A mostra tem curadoria da brasileira residente em Berlim Tereza de Arruda e a participação dos seguintes artistas: Baiju Parthan, Bharti Kher, Gigi Scaria, Jitish Kallat, Manjunath Kamath, Nalini Malani, Pix Foto Collective, Pushpamala N., Raqs Media Collective, Ravinder Reddy (foto 7), Reena Kallat, Riyas Komu, Sheba Chhachhi, Shilpa Gupta (foto 8), Surekha, Thukral & Tagra, T.V. Santhosh, Vishal K Dar, Vivan Sundaram (foto 9) e Vivek Vilasini.

ÍNDIA! em outras cidades  Após o Rio de Janeiro e São Paulo, a exposição ÍNDIA! chega ao CCBB de Brasília em maio de 2012.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO:
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112, Centro  Telefone: (11) 3113-3651

Abril







Exposição “Guerra e Paz

O Projeto Portinari realizará em fevereiro um grande evento para marcar a inauguração da exposição “Guerra e Paz, de Portinari” em São Paulo, terra natal do pintor. A data escolhida carrega expressivo simbolismo: aniversário de 50 anos da morte do pintor. A pedido do Governo Brasileiro, a ONU confiou a guarda dos monumentais “Guerra” e “Paz” ao Projeto Portinari, de 2010 a 2013. O retorno dos painéis ao Brasil, depois de mais de 50 anos, foi comemorado com a exposição no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em dezembro de 2010, que atraiu mais de 44 mil pessoas em 12 dias. Em seguida, os painéis foram restaurados durante 4 meses, e agora chegam a São Paulo para uma exposição histórica, sem precedentes, em première mundial.

A exposição Guerra e Paz, de Portinari apresenta os dois últimos e maiores murais criados por Candido Portinari (1903-1962), após minucioso trabalho de restauro, realizado entre fevereiro e maio de 2011, que trouxeram de volta às obras o cromatismo intenso que caracteriza o trabalho do pintor de Brodowski.

Os monumentais murais estarão expostos j unto a cerca de 100 dos estudos originais preparatórios para “Guerra” e “Paz”, além de uma centena de documentos históricos, entre cartas e fotos, que contam, em detalhes, toda a trajetória de criação das obras , encomendadas pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova York.

“É uma exposição histórica, sem precedentes, oportunidade única de ver ‘Guerra' e ‘Paz' no Brasil reunidos aos estudos. Nem o próprio pintor teve a chance de ver todo este material em seu conjunto”, afirma João Candido Portinari, fundador e diretor geral do Projeto Portinari, responsável pela realização do Projeto Guerra e Paz .

Os murais são compostos, ao todo, por 28 placas de madeira compensada naval, com 2,2 metros de altura por cinco metros de largura e pesam 75 quilos cada uma. A área total pintada, uma superfície de 280 metros quadrados, é maior do que a do “Juízo Final”, de Michelangelo, na Capela Sistina.

São Paulo é o primeiro destino da fase itinerante das obras, que depois farão escala em outros países, como Japão e Noruega (em Oslo, por ocasião da entrega do Prêmio Nobel da Paz em dezembro de 2012).

O local e a cenografia
Para assumir a coordenação geral da exposição, o Projeto Portinari convidou a empresa Expomus. Guerra e Paz, de Portinari ocupará três espaços do Memorial da América Latina. Com cenografia assinada por Felipe Tassara e Daniela Thomas, “Guerra” e “Paz” estarão no Salão de Atos e poderão ser vistos pelo público em grupos de 150 pessoas, devido à limitação do espaço. Uma apresentação audiovisual de cerca de 9 minutos será projetada sobre uma tela também monumental a cada hora, mas a visitação aos painéis não é restrita a estas sessões.

Já na Galeria Marta Traba estarão reunidos cerca de 100 dos 180 estudos originais preparatórios para “Guerra” e “Paz ”, já catalogados pelo Projeto Portinari, junto a documentos históricos, como cartas, depoimentos e fotos, que contam, em detalhes, toda a trajetória de criação das obras. Obras de coleções internacionais, como “Feras”, do Museo del Novecento de Milão, e “Mulher Ajoelhada”, de uma coleção particular, também merecem destaque na mostra.

Outro espaço a visitar será a Biblioteca Victor Civita, que apresentará, sob forma digital, a obra completa de Portinari por ordem cronológica. Pertencente ao Projeto Portinari, o acervo é resultado do levantamento e catalogação de quase 5 mil obras e aproximadamente 30 mil documentos relacionados a estas obras, à vida e à época do pintor.

“O Memorial da América Latina, além de dispor do espaço ideal para apreciação dos murais ‘Guerra' e ‘Paz', está localizado em uma área de fácil acesso a toda a população, o que está totalmente de acordo com o objetivo maior do Projeto Guerra e Paz, e também o do Projeto Portinari: dar acesso para que o grande público conheça a obra e a mensagem de Portinari. Por isso, fazemos questão que a exposição Guerra e Paz, de Portinari seja sempre apresentada com entrada franca”, diz Maria Duarte, diretora-executiva do Projeto Guerra e Paz .

“Concebido por Darcy Ribeiro e Oscar Niemeyer, o Memorial carrega o ideal da integração dos povos, uma bandeira brasileira pela paz. Promover essa exposição no local tem um significado a mais pela parceria e amizade que os dois tiveram a vida toda”, complementa João Candido Portinari.

Patrocinadores e apoiadores
A concretização do Projeto Guerra e Paz só foi possível com o apoio financeiro do BNDES, e a realização da exposição Guerra e Paz, de Portinari em São Paulo é apresentada pela Brazilian Finance and Real Estate (BFRE), companhia referência no mercado brasileiro na estruturação de negócios financeiro-imobiliários para pessoas físicas e jurídicas. A mostra conta também com o patrocínio de O Boticário, do Banco do Brasil e dos Correios . As empresas Queiroz Galvão Exploração e Produção e Redecard também participam do projeto. Para a realização da exposição, também foi fundamental o apoio da ONU, do Itamaraty, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério da Cultura, do Governo de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, da Fundação Memorial da América Latina e da TV Globo São Paulo.

Sobre os painéis “Guerra” e “Paz”
Entre 1952 e 1956, Candido Portinari realizou seus dois últimos e maiores murais, “Guerra” e “Paz”, encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova York. Dag Hammarskjold, secretário-geral da ONU à época da doação, afirmou ser aquela “a mais importante obra de arte monumental” doada à organização.
Localizados em local nobre, no hall de entrada da Assembléia Geral, mas de acesso restrito aos delegados das Nações, os murais “Guerra” e “Paz” não podem ser vistos ? nem mesmo durante as visitas guiadas da ONU ? por razões de segurança.
Por esse motivo, o Projeto Portinari sempre sonhou em expor “Guerra” e “Paz” ao grande público, e uma grande reforma no edifício sede da ONU, entre 2010 e 2013, proporcionou esta oportunidade inédita.
Em dezembro de 2010, o retorno de “Guerra” e “Paz” ao Brasil foi celebrado com a exposição dos murais no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O evento reuniu mais de 44 mil pessoas em apenas 12 dias. Em seguida, passaram por um rigoroso trabalho de restauro no Palácio Gustavo Capanema, em ateliê aberto ao público, durante quatro meses.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO: Memorial da América Latina – Auditório Simón Bolivar

Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda – São Paulo

Abril





Exposição “Recordações Emocionadas - Poesia em Movimento”

A Galeria PontoArt, espaço cultural dedicado às artes plásticas, apresenta a exposição “Recordações Emocionadas - Poesia em Movimento”, dos artistas brasileiros Paulo Byron e Sandra Barreiro, com obras que retratam suas visões de mundo

“Pensamentos e inspiração que vão do cotidiano, do simples, do fugaz, ao pinçar um momento de lembranças de recordações de sentimentos marcantes, para o concreto ou na tela ou no bronz e” – Paulo Byron

Paulo Byron
O artista plástico gaúcho Paulo Byron , autodidata, oferece em sua produção várias vertentes, para expressar sua visão de mundo, por meio da imagem. O uso de várias técnicas atinge resultados variados, ora mais viscerais ora mais comportados. Utiliza o desenho e a pintura com as técnicas do grafite, nanquim e do acrílico sobre papel ou sobre tela em mistura delicada. Seu estilo figurativo é moderno, tendo desenvolvido três fases de trabalho, que representam o conjunto de sua obra.
Série Boêmia – retratando cenas dos músicos e boêmios da década de 50 no Rio de Janeiro.
Série Gaúchos – retrata cenas despojadas do dia a dia do povo gaúcho, na lide diária e comum.
Série Brincadeiras Infantis – lembrando os usos e costumes das crianças também na década de 50.

Sandra Barreiro
Sandra Barreiro , autodidata, trabalha há mais de 20 anos com transformações em seus mais diversos conceitos.
Artista plástica e designer artesanal, foi docente do Senac em restauração de móveis e personalização de paredes.
Como artista defende a ideia de arte com conceito de criatividade e sustentabilidade para promover um mundo melhor.
Em suas esculturas propõe um tridimensional da obra do fotografo Sebastião Salgado.
Já a série A Segunda Infância é composta por obras baseadas na poesia de Manoel de Barros.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NA: Galeria PontoArt - Rua Inácio Pereira da Rocha, 246 - Vila Madalena – São Paulo, SP

Março

Quadro de Carlos Cruz-Diez é um dos que estarão expostos
Novos e Consagrados Artistas Masterarte

Sócia da galeria virtual Masterarte.com, a marchand Daniela Seve Duvivier trará à capital paulista mais uma edição de sua conceituada exposição de arte com obras de novos e consagrados artistas.

Um mix de 50 obras entre quadros, esculturas e fotografias, produzidas entre os anos 80 até os dias de hoje. Peças dos venezuelanos , Jesus Rafael Soto, Carlos Cruz-Diez e do brasileiros Amilcar de Castro e Vik Muniz, entre outros estarão à disposição para apreciadores e compradores.

Segundo Daniela haverá ainda obras de grandes promessas do mercado como os jovens Henrique Oliveira, Tatiana Blass, Felipe Barbosa, Bruno Dunley, Felipe Cohen, entre outros. “Cada vez mais as pessoas estão vendo as artes como um investimento para o futuro além de ser uma belíssima forma de impressionar, embelezar e personalizar sua casa”, explica.

Masterarte 
Rua Capitão Antônio Rosa, 444, Pinheiros - São Paulo - SP
www.masterarte.com


Março




Coletiva - Origem
A Fibra Galeria apresenta a exposição coletiva  “Origem”, composta por obras inéditas dos artistas Gen Duarte, Ronah Carraro e Fredone Fone. Metade dos trabalhos a serem apresentados foram pintados sobre folhas de fibra de bananeira. Este material reciclado – utilizado na construção civil, nas industrias automobilística, têxtil e moveleira -  na Fibra Galeria passa a ser tratado como suporte para arte.

Gen Duarte (PA) - Artista plástico e grafiteiro, Gen Duarte começou sua trajetória artística no ano 2000. Seus trabalhos propõem formasarredondadas, explora cores, estampas e arrisca interação de objetos em suas telas, como botões e lantejoulas. O artista exprime um estilo arrojado com cores e formas que brincam com a imaginação.

Ronah Carraro (SP) - Ronah Carraro utiliza diversos suportes em suas criações - tela, madeira, papel marchê e os muros da cidade. Ele  retrata a diversidade comportamental  dos habitantes da metrópole  usando cores vibrantes, suas pinturas tem traço rígido e marcante. Formado em artes plásticas, ele também atua como designer de moda.

Fredone (ES) - Fredone constrói desenhos do seu personagem  "Humanurbano" utilizando como base principal o preto, o branco, vermelho e escalas de cinza, em linhas retas efiguras geométricas. Ele pensa num “corpo urbano” (cidade) onde as construções são compostas por sangue, carne e osso. Paralelo a isso o artista apresenta um ser humano de concreto e aço. Fredone começou sua trajetória artística na década de 90 como grafiteiro.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
Fibra Galeria -
Rua Tupi, 792 – Pacaembu – São Paulo – SP

24 de Março


Cláudia Jaguaribe


Ilana Lichtenstein


Sheila Oliveira


Exposição coletiva  Fábulas e Encontros

A exposição reúne os artistas contemporâneos Claudia Jaguaribe, Ana Beatriz Elorza, Bruno Vilela, Flávia Sammarone, Ilana Lichtenstein, Luana Navarro e Sheila Oliveira.
Memória, encenação e fantasia foram alguns dos temas que a curadora Georgia Quintas utilizou como filtros para selecionar as fotografias de sete artistas contemporâneos para a mostra coletiva  Fábulas e Encontros , com Claudia Jaguaribe, Ana Beatriz Elorza, Bruno Vilela, Flávia Sammarone, Ilana Lichtenstein, Luana Navarro e Sheila Oliveira, 
“São sete olhares que encontram e percebem a potência que a imagem fotográfica possui de criar histórias e contextos que fabulam sobre a representação visual”, diz Georgia Quintas, curadora.
A fotógrafa carioca Claudia Jaguaribe, representante da geração que, nos anos 1990, se envolveu com as novas tecnologias e o experimentalismo na linguagem, participa com sete trabalhos. Os personagens de  Aeroporto  (2001), o espaço onírico de  Istambul (2009) e a ilusão em camadas de  Sala Vermelha  (2008) ganham uma edição especial guiada pelo espectro da cor vermelha.
A artista plástica e fotógrafa paulistana Flávia Sammarone apresenta a série  Heranças  (2008). A partir da memória e de tempos íntimos, o trabalho biográfico familiar exercita a relação da projeção de imagens em ambientes vazios e silenciosos com os universos do sonho e do afeto.
O pernambucano Bruno Vilela apresenta  Ofélia  (2010), que no campo das fábulas remete à literatura por meio da clássica personagem de Shakespeare. Mundos imaginários são característicos do repertório do artista.
Utilizando a pose e a encenação como princípio de suas formulações narrativas, os trabalhos da fotógrafa paulistana Sheila OliveiraFlutuações  (2011) e  Dores da Alma  (2010-2011), devolvem a sensação de imagens sonhadas enfim registradas.
Da nova geração, nascidas na década de 1980, as fotógrafas Ana Beatriz Elorza (SP), e Luana Navarro, de Curitiba, apresentam autorretratos em  Alegoria da ausência  (2011) e  Do que sou eu não posso dizer que sou  (2010), respectivamente.
Por fim, Ilana Lichtenstein (SP) reflete de forma singela, porém abrupta, o que poderia ser um sonho, um instantâneo ou um simples recuso de entrever a lembrança, em  Uma e Outra Erupção  (2009-2011).

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
Fauna Galeria
Al. Gabriel Monteiro da Silva, 470. Telefone: 11 3668 6572
www.faunagaleria.com.br  


Março


Hudnilson Jr.


Nino Cais

Hudnilson Jr. e Nino Cais: Colagens

A Galeria Jaqueline Martins apresenta a exposição “Hudnilson Jr. e Nino Cais: Colagens”, com cerca de 60 obras criadas a partir de recortes de jornais, livros, documentos pessoais, experiências e acúmulos agregados ao longo da vida dos artistas, seja pelo apego emocional ou carnal. A mostra, que fica em cartaz até 10/03/12, conta com texto crítico de Thais Rivitti.

As obras apresentadas por Hudnilson Jr. e Nino Cais compartilham o interesse pela colagem como procedimento artístico e exibem semelhanças relacionadas à imagem do corpo, à memória e à vida. Ambos artistas se interessam pela imagem massificada e pelo retrato, tal como é disposta em revistas, jornais, livros e qualquer outro tipo de material impresso.

Uma grande quantidade de imagens variantes de conotações fálicas e explicitamente homoeróticas estampa de forma inquietante as colagens apresentadas pelo artista paulistano Hudnilson Jr.. As colagens figuram garotos fortes, homens bonitos, fotografias de estátuas e todas as formas, tipos, cores e texturas de pênis, que encontram animais, deuses e divas. Hudnilson também exibe uma série de objetos – tipos de caixas que recebem colagens de uma veia surrealista, associações inesperadas entre objetos de procedência diferentes, mas que têm e comum um forte apelo sensual. As obras de Hudnilson utilizam-se do erotismo, do prazer e do êxtase para debater e criticar a moral e a política.

Nino extrai de revistas e catálogos, figuras nas quais a cabeça é substituída por objetos pontiagudos ou cotidianos, que muitas vezes reduz a figura a uma simples coluna de sustentação de tais objetos. As colagens de Nino transitam entre o bidimensional e o tridimensional. O artista também apresenta esculturas: duas cadeiras com pés de ferramentas, como pás e foices, que representam uma forma de sobrevivência. As obras de Nino parecem questionar as ações e relações do homem e do objeto no espaço.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
Galeria Jaqueline Martins
Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 74, Pinheiros, tel. (11) 2628-1943.
www.galeriajaquelinemartins.com
Fevereiro


Adriana Banfi


Ana Letycia


Antonio Peticov


Cícero Dias


Fang


Fernando Luchesi


Fernando Velloso


Marcio Coelho Benjamin


Monica Vendramini


Paiva Brasil


Poteiro
Liquidarte

A Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria organiza a terceira edição do Liquidarte , evento com obras a preços especiais, com desconto de 20 a 90%. As obras selecionadas custam entre R$ 100,00 e R$ 1.800,00. A Liquidarte é uma excelente oportunidade de adquirir obras de grandes artistas representados pela galeria, tais como Aguilar , Anna Letycia , Angelo de Aquino , Antonio Maia , Edith Behring , Fang , Fayga Ostrower , Gejo , Gerchman , Hércules Barsotti , Manfredo Souzanetto , Marcos Coelho Benjamin , Maria Leontina , Martins de Porangaba, Poteiro e Rubem Ludolf .

Aguilar - Nascido em São Paulo, já participava, em 1958, da vida cultural brasileira através do movimento Kaos Realizou sua primeira exposição em 1961 e foi selecionado em 1963 para a Bienal Internacional de São Paulo. Nos anos 70 morou nos EUA, onde começou a produzir vídeo-arte. Nos anos 80 dedicou-se à pintura, além de trabalhar com música, literatura e montagem de espetáculos em praça pública.

Anna Letycia - Nascida em Teresópolis, RJ, em 1929, estudou gravura, xilogravura e pintura no Rio de Janeiro. Lecionou gravura no atelier do MAM/RJ e em Santiago, onde recebeu o título de professor honoris causa da Pontifícia Universidade Católica do Chile. Atuou também como cenógrafa e figurinista, fazendo principalmente parcerias com Maria Clara Machado.

Angelo de Aquino - Natural de Belo Horizonte, mudou-se em 1960 para o Rio de Janeiro, onde iniciou sua formação artística. Do final dos anos 60 à metade dos 70 desenvolveu obras conceituais, passando posteriormente para a pintura abstrato-geométrica. Mais tarde, nos anos 80, dedicou-se à pintura figurativa. Comemorou 40 anos de pintura com exposição na Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro, cidade onde faleceu três anos mais tarde.

Antonio Maia - Pintor, desenhista, gravador e ilustrador sergipano falecido em 2008 no Rio de Janeiro. Devido à infância passada no interior do Sergipe, desenvolveu uma temática ligada à religiosidade popular daquela região. Mudou-se para o Rio em 1955, onde adotou como estilo o abstracionismo informal. Realizou sua primeira exposição individual em 1960, em Minas Gerais.

Edith Behring - Nascida em 1916 no Rio de Janeiro e falecida em 1996 na mesma cidade. Estudou desenho e pintura com Candido Portinari. Obteve licenciatura em educação artística pela antiga Universidade do Distrito Federal. Aprendeu ainda xilogravura, desenho em guache e gravura em metal. Realizou sua primeira exposição individual em 1955 em Paris. Participou das edições de 1957 e 1967 da Bienal Internacional de São Paulo.

Fang - Estudou sumiê e aquarela na China em 1945 e mudou-se para São Paulo em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1961. Estudou pintura em São Paulo com Yoshiya Takaoka e fez sua primeira exposição individual na mesma cidade em 1959. Nos anos 60 flertou com o abstracionismo, abandonando-o logo e seguindo com o figurativismo. Visitou a China a convite do governo chinês em 1985.

Fayga Ostrower - Gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, ceramista, escritora, teórica da arte e professora nascida na Polônia em 1920 e falecida no Rio de Janeiro em 2001. Mudou-se para o Brasil em 1934 e cursou artes gráficas na Fundação Getúlio Vargas, onde estudou xilogravura e gravura em metal. Sua produção inicial em xilogravura apresenta temática predominantemente social. No início dos anos 50 passa a produzir obras abstratas.

Gejo - Grafiteiro de são Paulo, iniciou nas ruas em 1989 com pixos, grapixos e frases de protesto. Nesta época também começava a se identificar com a cultura hip hop. Com o passar do tempo absorveu outras formas de intervenção dentro da 'street art', como stencil, lambe-lambe, stickers, nos mais variados suportes, como carros abandonados, muros, casas, sucata, poste, tela e tudo que a tinta se adere.

Gerchman - Pintor, desenhista, gravador e escultor natural do Rio de Janeiro. Residiu, entre 1968 e 1972, nos Estados Unidos, contemplado por um prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna. Na volta ao Brasil trabalhou com cinema. Realizou, em 1981, o painel de azulejos para o SESC Pompéia, em São Paulo, a convite da arquiteta Lina Bo Bardi. Ministrou cursos no Brasil e no exterior. Faleceu na capital paulista em 2008.

Hécules Barsotti - Pintor, desenhista, programador visual e gravador. Iniciou formação artística em 1926 e começou a pintar em 1940. Fundou, com Willys de Castro, o Estúdio de Projetos Gráficos em 1954. Na décade de 1960 fez parte do Grupo Neoconcreto a convite de Ferreira Gullar. Em 2004 o MAM-SP realizou a exposição “Hércules Barsotti: Não-Cor Cor”, uma retrospectiva de sua carreira. O artista faleceu em 2010.

Manfredo Souzanetto - Pintor, desenhista e escultor mineiro. Começou a estudar desenho aos 16 anos de idade. Estudou arquitetura na UFMG entre 1972 e 1975. Entre 1975 e 1979 viveu em Paris, onde estudou fotografia e descobriu a arte abstrata norte-americana e o construtivismo russo. Na volta ao Brasil instalou-se no Rio, onde concluiu curso de gravura e trabalhou com telas e madeiras recortadas em formas geométricas, nas quais aplica pigmentos obtidos de amostras de terra coletadas em Minas Gerais.

Marcos Coelho Benjamin - Escultor, pintor, cartunista, designer gráfico, ilustrador, desenhista e cenógrafo, começou de forma autodidata a desenhar quadrinhos. Em 1977, já em Belo Horizonte, produziu uma série de brinquedos de materiais reciclados e orgânicos. Passou a dedicar-se à criação de objetos tridimensionais e instalações. Em 1989 iniciou a fase de produção de obras em grandes escalas e dimensões.

Maria Leontina - Nasceu em 1917 em São Paulo e faleceu em 1984 no Rio de Janeiro. Estudou desenhos nos anos 30 e pintura e museologia nos anos 40. Em 1951 orientou o setor de artes plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juqueri, realizando no mesmo ano uma mostra com trabalhos dos internos no MAM/SP. Inicialmente, sua obra é pautada no figurativismo de cunho expressionista, mas paulatinamente passa ao abstrato, sem seguir o rigor da geometria pura.

Martins de Porangaba - Nascido em Porangaba, SP, fixou residência em São Paulo, onde cursou desenho, pintura e modelo vivo na Associação Paulista de Belas Artes de 1967 a 1970. Estudou ainda gravura e modelagem. Em 1980 leciona pintura na Escola Panamericana de Artes.

Poteiro - Nascido em Santa Cristina de Pousa, Portugal, em 1925, chegou ao Brasil ainda pequeno, morando em São Paulo, Minas Gerais, entre os índios Carajás na Ilha do Bananal e depois radicando-se em Goiânia. Ganhando a vida como fabricante de cerâmica utilitária, seus potes – daí o apelido – passaram a ganhar qualidade artística com o tempo, ultrapassando sua função. Voltou-se à pintura nos anos 70. Faleceu em Goiânia em 2010.

Rubem Ludolf - Nasceu em Maceió em 1932 e faleceu no Rio de Janeiro em 2010. Formou-se em arquitetura em 1955 na atual UFRJ. Cursou pintura e ntegrou-se ao movimento concretista de 1956 a 1957. Além da pintura, atuou na área da arquitetura, dedicando-se principalmente ao paisagismo. Participou de cinco edições da Bienal Internacional de São Paulo, entre 1955 e 1967, recebendo o prêmio aquisição dessa última.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria
mofilgue@terra.com.br
Rua Bela Cintra, 1533, Jardins, São Paulo, Tel.: (11) 3082-5292
Fevereiro


Foto: Beto Felicio
Truth of The Matter
Brasileiros expõem sua arte em Nova YorkOs artistas plásticos cariocas Luiz Cavalheiros e Helena Trindade terão seus trabalhos expostos na President's Gallery do John Jay College, uma das unidades da City University of New York.

Cavalheiros apresenta as imagens de um conjunto de fotos relacionadas à sua vida, que são destruídas quimicamente para em seguida serem reconstruídas, agora como pintura, a partir de sua memória afetiva e do próprio pigmento dissolvido das fotografias.

Helena Trindade (foto)parte de um material desenvolvido por ela, chamado de matéria-tinta, uma tinta escultórica que se projeta no espaço e atravessa um conjunto de objetos relacionados à linguagem (stencils de letras, livros, entre outros).

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
President's Gallery do John Jay College
(6th floor), 899 Tenth Avenue, Nova York, NY.
Fevereiro




Obra de Débora Muszkat
Em comemoração aos 458 anos da cidade de São Paulo a Matilha Cultural apresenta a obra da artista Débora Muszkat, escolhida pela artista, tem o formato de uma aranha, com 80 cm de diâmetro e seis patas que variam de 1 metro a 1,5 m de comprimento, a estrutura foi feita em alumínio revestida com frascos de perfumes reciclados que articulam-se, possibilitando diversas formas de montagem.

Débora Muszkat
A artista utiliza vidro como suporte na sua produção artística. A artista transita por várias linguagens como escultura, desenho, pintura e fotografia. É também arte-educadora e realiza inúmeros trabalhos em projetos sociais e workshops. Desde 1984 trabalha com reciclagem de vidro. Seu atelier é um verdadeiro laboratório de pesquisa na transformação deste material, e abrigará a partir de abril próximo uma instalação de grandes dimensões, uma enorme estrutura de ferro e vidro em formato de uma ponte. A obra, chamada "Homenagem as Ninféias de Monet", é um projeto que vem sendo desenvolvido há mais de seis meses pela artista em parceria com o arquiteto José Crucello, e está sendo montada em sua casa e atelier de 450 m2 em São Paulo. www.deboramuszkat.com.br

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
Matilha Cultural
- Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo - Tel.: (11) 3256-2636 - São Paulo - SP
Fevereiro








Exposição Opção Arte - A AM Galeria Horizonte , em uma prévia de sua agenda de 2012, oferece uma oportunidade especial a seus clientes e parceiros com Opção Arte , evento criado para possibilitar a aquisição de obras de arte ou dar início a novas coleções. Durante esse período, a galeria estudará com seu público maneiras de facilitar a aquisição de obras de alguns de seus artistas, como Ana Pinheiro , Chico Baumecker , Daniel Arantes , Emilia Brandão , Fernando Ribeiro , Jorge dos Anjos , José Bento , Marina Saleme , Paulo Torres , Roberto Vieira e Thales Pereira.
A AM Galeria Horizonte, fiel em seu propósito de disseminação cultural, oferece ao público uma nova opção de aproximar-se das artes através de Opção Arte . Na primeira edição do evento, disponibiliza obras de artistas de seu acervo e se propõe a estudar facilidades para que os admiradores de arte também possam desfrutar de sua companhia como membro de seu dia-a-dia.
Além de ter à disposição todas as informações sobre o autor dos trabalhos, oferecerá opções de obras em diversos suportes – pintura, escultura, objetos, fotografia – de artistas como Ana Pinheiro , Chico Baumecker , Daniel Arantes , Emilia Brandão , Fernando Ribeiro , Jorge dos Anjos , José Bento , Marina Saleme , Paulo Torres , Roberto Vieira e Thales Pereira. Opção Arte é um incentivo tanto a novos colecionadores quanto à expansão de coleções já existentes.

Os Artistas:
Ana Pinheiro - Aquarelista, bacharel em Filosofia /USP, iniciou no circuito de exposições em 2004, ano em que começa acompanhar projetos com Albano Afonso e Sandra Cinto. Já expôs individualmente e em coletivas em diversas ocasiões no estado de São Paulo.
Chico Baumacker - Graduado e pós-graduado em Artes Plásticas pela Escola Guignard, já participou de exposições coletivas, com premiações, e individuais. Participa de um grupo que se dedica a projetos e pesquisas sobre a arte contemporânea, além da organização de ações, intervenções e exposições.
Daniel Arantes - Fotógrafo profissional atua principalmente nas áreas de música, publicidade, editorial e banco de imagem. Participou de projetos especiais, como Brasil Adentro (pesquisa de cultura e natureza), Rumo Norte (caminhada fotográfica pelo norte dos Estados do Pará e Amazonas), Rota 230 e Beira de Estrada (cobertura fotográfica da expedição off-road pela Rodovia Transamazônica), entre outros.
Fernando Ribeiro - Natural de São Paulo, começou sua trajetória trabalhando como artefinalista. Dedica-se exclusivamente às Artes Plásticas desde 1990. Após algumas tentativas de trabalhos coletivos, seu espírito inquieto o faz decidir-se por uma trajetória individual, que já demonstra resultados por haver ultrapassado fronteiras locais e internacionais.
Jorge dos Anjos - Mineiro de Ouro Preto, é envolvido com pintura,gravura e escultura e coleciona prêmios em salões nacionais de arte. Pesquisa possibilidades expressivas das artes visuais desde os anos 70. Seu nome está ainda vinculado à participação e colaboração em festivais de arte negra.
José Bento - Nascido na Bahia, vive e trabalha em Belo Horizonte. Já participou de exposições na capital mineira, em São Paulo e também em Paris. O artista trabalha prioritariamente com madeira, desenvolvendo esculturas, objetos e site spcifics.
Marina Saleme - Licenciada em Artes Plásticas pela Faap em 1982, já expôs seus trabalhos no Brasil e também na França, Itália, Canadá, Espanha e Colômbia. Tem trabalhos em importantes coleções públicas, tais como Pinacoteca do Estado de São Paulo, Casa do Brasil, em Madri, Espanha, e Embaixada do Brasil em Roma, Itália.
Paulo Torres - Formou-se em Belas Artes pela UFMG em 1997. Participou de diversas exposições e salões, especialmente em Minas Gerais, e também da feira SP-Arte. Tem nas ruas, calçadas, pontes e viadutos a matéria prima e objeto de pesquisa de seu trabalho.
Roberto Vieira - Formado em arquitetura pela UFMG, fundou com outros estudantes de arte a Oficina de Arte e passou a realizar experimentos minimalistas e concretistas em esculturas e desenhos. Já expôs, entre mostras individuais e coletivas, em diversas cidades do Brasil e também na Bélgica e no Japão.
Thales Pereira - Estudou Comunicação Visual na antiga FUMA, hoje Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), onde também foi professor. Trabalhou como designer gráfico, criando logomarcas para lojas de modas na Savassi, nas décadas de 70 e 80, e em 1983 decide se dedicar somente à pintura.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
AM Galeria Horizonte
- Rua Estados Unidos, 273, Jardim Paulista - Tel.: (11) 3044-1057
www.galeriahorizonte.com.br
Janeiro











Exposição Trajetória - Paulo von Poser celebra o trigésimo aniversário de sua primeira mostra com a exposição Trajetória no Museu Brasileiro da Escultura – MuBE . A exibição, com curadoria de Vic Meirelles , é composta por 30 trabalhos representativos de sua carreira, iniciada em 1982. As obras presentes em Trajetória são marcadas pela precisão dos traços e olhar diferenciado de Paulo von Poser acerca do cotidiano. A maior parte delas está sendo exibida ao público pela primeira vez.
Paulo von Poser inaugura a exposição individual Trajetória no Museu Brasileiro da Escultura – MuBE . A mostra, com curadoria de Vic Meirelles , ilustra a ‘linha da vida' do artista plástico e abrange um ciclo de três décadas de trabalhos, iniciado em 1982. Trajetória conta com 30 obras, sendo que essa será a primeira vez que grande parte delas será exibida ao público. A exposição apresenta a diversidade de técnicas, suportes e materiais com os quais o artista costuma trabalhar, tendo o desenho como componente principal – linguagem básica de sua formação. Seu processo criativo de desenvolvimento e pesquisa será mostrado em dez painéis numa grande colagem de referências e épocas.
Trajetória não é apenas uma retrospectiva, por isso a ordem cronológica não foi prioridade nem na seleção das obras, nem na montagem da mostra. O intuito maior é revelar o processo de criação de Paulo von Poser , cujos temas mais reconhecidos são as rosas e a cidade de São Paulo. O artista revela, contudo, que outros elementos também estão presentes em seus trabalhos. “Ao rever minha obra para este projeto, foi surpreendente notar o quanto a figura humana sempre esteve muito presente no que faço. Gostaria de mostrar esse aspecto, pois, embora as rosas e a cidade tenham sido meus temas principais, a presença humana sempre permeou minha criação”, explica o artista. Das muitas opções selecionadas destaca-se o desenho, de 2008, para o teto da platéia do Theatro Guarany, em Santos, SP, com três metros de altura por dois de largura, recortado em quatro imagens de grandes dimensões.
Sempre próximo às pessoas e interagindo com elas, Paulo von Poser aproveita a sua exposição para convidá-las a estar e criar com ele. No dia 25 de janeiro, o artista celebra o aniversário de São Paulo, sua cidade-musa, com a segunda edição do Desenhando São Paulo . Dessa vez, o percurso sai do MuBE em direção à ciclovia da Marginal Pinheiros, com o intuito de registrar a paisagem local na forma artística escolhida por cada um. Sem preconceitos, Desenhando São Paulo também agrega fotografia, vídeo e todas as formas de arte que quiserem participar.
O artista também homenageia Santos, SP, onde leciona arquitetura e onde realizou seu maior desenho, no teto do já citado teatro. No dia 28 de janeiro, celebrando o aniversário da cidade que é no dia 26, convida para uma visita ao Theatro Guarany para uma jornada de arte – desenho, fotografia, vídeo, etc. – percorrendo o centro histórico e seu entorno.
No último dia de Trajetória , quando a exposição se despede do público, Paulo organiza um bate-papo com convidados sobre seus trabalhos e o lançamento de seu site www.paulovonposer.com.br . Desenvolvido por Victor Tronconi e Luciana Molisani, é um complemento do livro “A Cidade e a Rosa”, indicado ao Prêmio Jabuti 2011. Publicado em 2010 pela Luste Editores, “A Cidade e a Rosa” é uma amostragem da obra do artista e foi o evento inicial das celebrações dos 30 anos de carreira que atingem seu ponto máximo com a exposição no MuBE.
O Artista:
Paulo von Poser nasceu em São Paulo e formou-se arquiteto pela FAU/USP em 1982. Primeiro paulistano de uma família de gaúchos iniciou sua relação com o desenho em 1978, ao ingressar na faculdade. A partir daí, se descobriu como artista plástico, fazendo em 1982 sua primeira exposição. Exposições, projetos gráficos, instalações, manifestações de arte pública, vídeos, cenários ilustrações, estampas, fotografias, cerâmicas, painéis de azulejos e aulas acadêmicas tem sido diferentes meios para sua arte pop e gráfica. Paulo expôs obras em diversas cidades brasileiras e em países como Alemanha, Peru, Bolívia e França. Os elementos que indicaram novos rumos para seu trabalho foram as grandes pedras do Rio de Janeiro – marcos da paisagem da cidade – e o Rio Pinheiros, em São Paulo, com suas pontes, margens e construções, ambiente em constante e intensa transformação urbana. Recentemente lançou seu primeiro livro, “A Cidade e a Rosa”, pela Editora Luste, onde, mais uma vez, homenageia suas duas paixões.
Luste Cultural
A Luste Cultural iniciou seus trabalhos em 2011 com a exposição de fotografia itinerante “Miro – Artesão da Luz” em estações de metrô de São Paulo, onde mais de 25 milhões de passantes nos três meses da exposição puderam ver e apreciar do artista. Para cumprir mais uma vez sua missão junto ao grande público, a Luste Cultural apresenta em janeiro de 2012 a exposição Trajetória sobre os 30 anos de trabalho de Paulo von Poser , contribuindo assim para fomento e visibilidade do multiartista, bem como para a preservação da memória e a formação de público para as artes em geral no Brasil.

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
Museu Brasileiro da Escultura – MuBE -
Av. Europa, 218 – Jardim Europa - Tel.: (11) 2594-2601
Janeiro








Exposição Além do Silêncio - A Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria abre a exposição individual Além do Silêncio , com o trabalho do fotógrafo Hugo Curti . A mostra, com 13 obras, apresenta na paisagem cotidiana da vida humana, em meio ao ambiente doméstico, fotografias de animais já sem vida, empalhados, “habitando” o vazio junto a objetos – uma alusão ao silêncio depois da morte, em contraste com a própria vida. Abertura: 13 de janeiro.
A exposição traz 13 trabalhos que apresentam na paisagem corriqueira da vida humana, em meio a quartos e cozinhas, fotografias de animais empalhados, “habitando” o vazio junto ao cenário doméstico – o que cria uma reflexão acerca do silêncio depois da morte em contraste com a própria vida conturbada dos dias atuais. A intenção é revelar o distanciamento do homem em relação à natureza, através do silêncio e da inércia.
Onças, pinguins, tucanos, macacos e alguns tipos de papagaios são postos em poses que “encenam” momentos da vida selvagem, como o pouso e a caça, por exemplo. É como se o expectador pudesse ver nos diversos espaços, uma cena de ação da vida dos animais.
Seguindo a linha de seus últimos trabalhos, Meandros Invisíveis (2008) e FlorExflor (2006 – 2007), Hugo Curti ressalta o motivo que o fez optar por este tema. “Gosto de revelar a necessidade ou fatalidade que leva o homem a transformar tudo aquilo que toca. Já trabalhei com flores em um estado limite que as definiria como vivas ou secas, com os rios paulistanos canalizados e transformados pela cidade e agora com animais de verdade cuja técnica de taxidermia os transforma em objetos”, afirma o artista.
Além do Silêncio é resultado do trabalho do fotógrafo, que desde 2008 acompanha as atividades do biólogo e taxidermista Emerson Boaventura. A exposição reúne fotografias realizadas até julho de 2011 e é ilustrada por um texto crítico do também fotógrafo Carlos Fadon. No dia 25 de janeiro, o fotógrafo realizará um encontro com artistas no local.

Sobre o fotógrafo:
Hugo Curti
nasceu em 1967 em São Paulo. Aprendeu a técnica da fotografia com o pai arquiteto, e, desde, 2003 dedica-se a essa atividade, realizando trabalhos na área de arquitetura, moda, turismo, objetos, além de projetos gráficos e editoriais. Sua formação em Geologia e Gemologia, somada à inquietude artística, o levou a atuar na criação e execução de esculturas e objetos ornamentais para o corpo, realização que também foi tema de seu foco fotográfico. Essa multiplicidade de interesses está sempre permeando seu trabalho como fotógrafo, o que lhe constitui um caráter único. Hugo Curti acompanha as atividades do biólogo Emerson Boaventura desde 2008, capturando imagens do processo de taxidermia e desenvolvendo o presente ensaio A lém do Silêncio . Entre suas exposições individuais estão Meandros Invisíveis (2008), FlorExflor (2006 – 2007), Artérias Paulistanas – Vias de Fato (2004) e A Céu Aberto (2003).

A EXPOSIÇÃO FOI REALIZADA NO(A):
Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria -
Rua Bela Cintra, 1533, Jardins, São Paulo - Tel.: (11) 3082-529